Mànya Millen

Servo da linha elegante

Mànya Millen

24.03.17

Cartunista, caricaturista, chargista e ilustrador, J. Carlos botou sua arte a serviço da notícia e da crônica visual em 49 anos de trabalho, quase todos em redações de jornais e revistas. (Mànya Millen)

Manda descer pra ver

Mànya Millen

15.03.17

Marca registrada do carnaval baiano, o afoxé Filhos de Gandhi aparece em pelo menos três acervos do IMS, como neste ensaio em preto e branco de Marcel Gautherot produzido no início de 1960.

Rocinha mais que visível

Mànya Millen

15.03.17

Dizer que as favelas são excluídas economicamente, socialmente, culturalmente e até geograficamente do mapa da cidade é chover no molhado. Nem por isso, contudo, elas se consideram invisíveis, e muitas vêm se dedicando a movimentos de resgate de orgulho e pertencimento. É o caso da Rocinha, maior favela do Rio e considerada a maior do país, que ganha este mês o site Memória Rocinha, fruto de uma parceria entre o IMS e o Museu Sankofa.

Atenção às linhas

Mànya Millen

09.02.17

Ao ingressar no turno noturno do ensino médio no Rio de Janeiro, o adolescente Matias Vaisman decidiu aproveitar os dias livres para fazer cursos de fotografia. Foi aprimorando técnica, escolhendo ângulos de composição e ampliando seu campo de interesse e, recentemente, fotografou a casa e os jardins do IMS na Gávea.

Patrono dos cinco biomas

Mànya Millen

07.02.17

O alemão Carl Friedrich Philipp von Martius voltou para a Europa em 1820, deixando como legado o que ainda hoje é considerado o maior levantamento da flora brasileira.

Cinema como experiência

Mànya Millen

25.01.17

Kleber Mendonça Filho, desde dezembro de 2016 coordenador de cinema do Instituto Moreira Salles, apresenta algumas das novidades e planos para os cinemas do IMS e resume sua responsabilidade em poucas linhas: “O que devemos defender é a própria experiência de se ver um filme numa sala de cinema. E isso defendemos com programação, qualidade técnica e respeito ao espectador”.

Encontro com Dois irmãos

Mànya Millen

09.01.17

Em 2001, Milton Hatoum participou da série O escritor por ele mesmo, promovida pelo IMS. Na ocasião, leu trechos do primeiro livro, Relato de um certo Oriente, vencedor do Jabuti de melhor romance, e também do igualmente premiado Dois irmãos, que chega às telas da TV Globo nesta segunda-feira, dia 9, na minissérie homônima com texto da roteirista Maria Camargo e direção artística de Luiz Fernando Carvalho.

A ousadia literária de 2016

Mànya Millen

26.12.16

Aviso: esta não é uma lista de melhores livros do ano. Listas costumam ser encaradas com desconfiança, e não sem razão. Este também não é um apanhado (quase sempre chatíssimo) do mercado editorial brasileiro em 2016. Este texto não é igualmente uma lista das perdas de grandes personagens do mundo literário, embora elas tenham sido muitas e sentidas. Estas linhas são para ressaltar que 2016 foi o ano em que a literatura galgou um novo patamar, e a ousadia foi referendada justamente pela mais vetusta e pomposa das instituições: a Academia Sueca.

Entre etéreo e humano

Mànya Millen

12.12.16

Otto Stupakoff rodou o mundo, viveu o mundo, absorveu o mundo e o registrou sob diversos ângulos. O fotógrafo foi um mundo inteiro, em busca de toda forma de arte. (Mànya Millen)

Acervo vivo

Mànya Millen

16.11.16

A obra de Rachel de Queiroz começa a ser reeditada com O Quinze, seu romance de estreia, de 1930. Para esta 104ª edição, o acervo da escritora, sob guarda do IMS, foi fundamental. (Mànya Millen)