Cinema e matemática

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11.07.16

Em maio des­te ano o Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro pro­mo­veu o ciclo de exi­bi­ções e deba­tes Cinema e Ciência, em con­jun­to com a Academia Brasileira de Ciências, que come­mo­ra seu cen­te­ná­rio em 2016. O even­to levou cen­te­nas de pes­so­as até a casa da Gávea para assis­tir a gran­des fil­mes dedi­ca­dos às ciên­ci­as natu­rais, da físi­ca nucle­ar à bio­lo­gia mari­nha, alguns segui­dos de deba­tes com cien­tis­tas de reno­me do Brasil e do exte­ri­or, que expli­ca­ram em lin­gua­gem aces­sí­vel os con­cei­tos apre­sen­ta­dos nos fil­mes.

Um dos des­ta­ques foi a exi­bi­ção de Gênio indo­má­vel (Gus Van Sant, 1997) no dia 7, segui­do por um bate-papo com casa cheia entre dois nomes de peso do cam­po da Matemática: Étienne Ghys, dire­tor de pes­qui­sas no Centre National de la Recherche Scientifique, na França, e espe­ci­a­lis­ta nas áre­as de geo­me­tria, topo­lo­gia e sis­te­mas dinâ­mi­cos, e o cari­o­ca Artur Avila, pri­mei­ro bra­si­lei­ro a rece­ber a rece­ber a Medalha Fields, con­si­de­ra­da o prê­mio Nobel da Matemática, que ganhou noto­ri­e­da­de ao solu­ci­o­nar aos 26 anos um pro­ble­ma conhe­ci­do como “Conjectura dos dez mar­ti­nis”.

O bate-papo foi medi­a­do por João Moreira Salles, docu­men­ta­ris­ta, edi­tor da revis­ta piauí e um dos cri­a­do­res do Instituto xy.org (nome pro­vi­só­rio), ins­ti­tui­ção pri­va­da sem fins lucra­ti­vos que bus­ca apoi­ar pro­je­tos de pes­qui­sa e divul­ga­ção no âmbi­to das ciên­ci­as e da mate­má­ti­ca. E é esta con­ver­sa que você pode assis­tir ago­ra, na ínte­gra, nos víde­os abai­xo.

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