Objetos puros — conversa com José de Souza Martins

Artes

30.03.11

Objetos puros

A obra do fotó­gra­fo ale­mão Hans Gunter Flieg, que se esta­be­le­ceu no Brasil em 1939, des­ta­ca-se pelo vas­to tra­ba­lho rea­li­za­do para a indús­tria. Em sua pro­du­ção sob enco­men­da, em que sobres­sai a esti­li­za­ção dos páti­os das fábri­cas e do retra­to de pro­du­tos, Flieg cons­trói “um ima­gi­ná­rio da mer­ca­do­ria” com seus pro­ce­di­men­tos. É o que diz o soció­lo­go José de Souza Martins no vídeo abai­xo. Segundo ele, cri­ou-se uma “ide­o­lo­gia da ima­gem” em um perío­do his­to­ri­ca­men­te mar­ca­do pelo “apo­geu da ideia de uni­for­mi­da­de”: “são os obje­tos puros” que ganham con­tor­nos bem defi­ni­dos. Martins ana­li­sa tam­bém outras ver­ten­tes da obra de Flieg, como o regis­tro das trans­for­ma­ções da cida­de de São Paulo nas déca­das de 1950 e 1960. Veja abai­xo.

, , , , , , ,