Cena de Moonlight, de Barry Jenkins

Cena de Moonlight, de Barry Jenkins

Os filmes de fevereiro

Cinema

01.02.17

O folhe­to abai­xo traz a pro­gra­ma­ção com­ple­ta da Sala José Carlos Avellar, o cine­ma do Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro, para este mês de feve­rei­ro, com datas e horá­ri­os das exi­bi­ções e ins­tru­ções para com­pra de ingres­sos.

No sába­do, 4 de feve­rei­ro, o IMS pro­mo­ve o lan­ça­men­to do DVD Homem comum, de Carlos Nader. O fil­me será exi­bi­do às 16h, segui­do por um deba­te entre o dire­tor e João Moreira Salles. Vencedor do prê­mio de Melhor docu­men­tá­rio bra­si­lei­ro de lon­ga-metra­gem na edi­ção de 2014 do fes­ti­val É Tudo Verdade, o docu­men­tá­rio foi mon­ta­do em duas ver­sões. Esta edi­ção em DVD de Homem comum apre­sen­ta o fil­me em sua ver­são mais lon­ga.

A mos­tra Maren Ade apre­sen­ta­rá os três lon­gas-metra­gens da cine­as­ta ale­mã a par­tir do dia 9, exi­bin­do Toni Erdmann em con­jun­to com ses­sões em 35mm dos dois fil­mes ante­ri­o­res da dire­to­ra: Floresta para as árvo­res e Todos os outros. Indicado ao Oscar de Melhor fil­me estran­gei­ro, Toni Erdmann é uma comé­dia a par­tir de uma visi­ta que um pai faz à filha, uma exe­cu­ti­va ale­mã séria e ocu­pa­da que tra­ba­lha na Romênia. Floresta para as árvo­res, ven­ce­dor do Prêmio espe­ci­al do júri no fes­ti­val de Sundance em 2005, con­ta a his­tó­ria de uma pro­fes­so­ra ide­a­lis­ta que con­se­gue seu pri­mei­ro empre­go. Já o segun­do lon­ga de Ade, Todos os outros, inves­ti­ga a rela­ção de um casal em féri­as no Mediterrâneo. O fil­me ganhou os prê­mi­os de Melhor fil­me e Melhor atriz no Festival de Berlim em 2009.

Peter Simonischek e Sandra Hüller em cena de Toni Erdmann, de Maren Ade

Também a par­tir do dia 9, uma quin­ta-fei­ra, será exi­bi­do A cida­de onde enve­lhe­ço, de Marília Rocha, pre­mi­a­do no Festival de Brasília como Melhor fil­me, Melhor dire­ção, Melhor atriz e Melhor ator coad­ju­van­te. Dirigido por Barry Jenkins, Moonlight — Sob a luz do luar entra em car­taz na quin­ta-fei­ra, dia 23, e con­ta a his­tó­ria de um jovem afro-ame­ri­ca­no da infân­cia até a vida adul­ta. O fil­me foi Indicado ao Oscar em 8 cate­go­ri­as, incluin­do Melhor fil­me e Melhor dire­ção.

Fevereiro terá duas Sessões Cinética: na quin­ta, dia 2, às 19h30, a sala exi­be Viagem ao fim do mun­do, de Coni Campos. No dia 16, outra quin­ta-fei­ra, às 19h, é a vez de A roti­na tem seu encan­to, últi­mo lon­ga-metra­gem de Yasujiro Ozu, que será exi­bi­do em 16mm. Após ambas as ses­sões have­rá um deba­te com os crí­ti­cos da revis­ta Cinética. Até o dia 26, Improvável encon­tro, de Lauro Escorel, com­ple­men­ta a expo­si­ção Modernidades foto­grá­fi­cas 1940–1964. Uma vez a cada duas sema­nas, sem­pre às quar­tas-fei­ras, a sala rece­be o fes­ti­val Ópera na Tela. Em feve­rei­ro, serão exi­bi­dos Otello e O navio fan­tas­ma.

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