David Bowie em O homem que caiu na terra

David Bowie em O homem que caiu na terra

Os filmes de janeiro

Cinema

03.01.17

O folhe­to abai­xo traz a pro­gra­ma­ção com­ple­ta da Sala José Carlos Avellar, o cine­ma do Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro, nes­te mês de janei­ro, com datas e horá­ri­os das exi­bi­ções e ins­tru­ções para com­pra de ingres­sos.

A par­tir do dia 3 Sieranevada, de Cristi Puiu, será exi­bi­do em DCP. No fil­me, três dias após o ata­que ter­ro­ris­ta à reda­ção do sema­ná­rio Charlie Hebdo e 40 dias após a mor­te de seu pai, Larry, um médi­co qua­ren­tão, se pre­pa­ra para pas­sar o sába­do em famí­lia como home­na­gem ao fale­ci­do. A oca­sião, no entan­to, não acon­te­ce de acor­do com suas expec­ta­ti­vas.

De 12 a 25 de janei­ro esta­rá em car­taz O homem que caiu na Terra, de Nicolas Roeg. No fil­me, David Bowie estreia como ator no papel do ali­e­ní­ge­na Thomas Jerome Newton. No dia 19, às 19h30, a Sessão Cinética exi­be, em 35mm, Viagem ao fim do mun­do, de Fernando Coni Campos. Após a ses­são, have­rá um deba­te com os crí­ti­cos da revis­ta.

Elizabeth Berkley em cena de Showgirls, de Paul Verhoeven

Elizabeth Berkley em cena de Showgirls, de Paul Verhoeven

Entre os dias 20 e 22 será rea­li­za­da uma pro­gra­ma­ção espe­ci­al dedi­ca­da à atriz Isabelle Huppert e ao dire­tor Paul Verhoeven. Showgirls, do dire­tor holan­dês, será exi­bi­do em uma cópia res­tau­ra­da em DCP. Lançado em 1995, foi con­si­de­ra­do à épo­ca um dos pio­res fil­mes de todos os tem­pos. Poucos anos mais tar­de já era valo­ri­za­do por crí­ti­cos e rea­li­za­do­res como Jacques Rivette, para quem Showgirls é “o melhor fil­me ame­ri­ca­no de Verhoeven” e “seu fil­me mais pes­so­al”. Também diri­gi­do por Verhoeven, Elle é pro­ta­go­ni­za­do por Isabelle Huppert no papel da empre­sá­ria Michèle, abu­sa­da na pró­pria casa por um agres­sor des­co­nhe­ci­do. Em O que está por vir, de Mia Hansen-Løve, Huppert inter­pre­ta a pro­fes­so­ra de filo­so­fia Nathalie.

Blow-Up, de Michelangelo Antonioni, relan­ça­do em cópia res­tau­ra­da em digi­tal, segue em car­taz. Aos finais de sema­na, Improvável encon­tro, de Lauro Escorel, com­ple­men­ta a expo­si­ção Modernidades foto­grá­fi­cas 1940–1964. Uma vez a cada duas sema­nas, sem­pre às quar­tas-fei­ras, a sala rece­be o fes­ti­val Ópera na Tela. Em janei­ro, serão exi­bi­dos Cavalleria Rusticana e Pagliacci, no dia 4, e Iolanta e O que­bra-nozes, no dia 18.

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