Equipe IMS
Antonio Candido em 1982

Antonio Candido (1918-2017)

Equipe IMS

12.05.17

Antonio Candido foi, segundo Paulo Roberto Pires, “o mais elegante dos transgressores. Encarnou um Brasil que hoje, no momento de sua morte, é empurrado para o obscurantismo e o conservadorismo”. Leia também nota de Elvia Bezerra lembrando dois breves encontros com o crítico literário, que entre 1992 e 2008 foi Conselheiro do Instituto Moreira Salles. Ainda neste post, artigo, carta e vídeo de Candido, que morreu na madrugada do dia 12 de maio, aos 98 anos.

Causos em meio ao caos

Arthur Dapieve

21.10.13

"Difícil entender por que o Brasil age como se se envergonhasse de ter lutado, e do lado certo", questiona Arthur Dapieve ao comentar Mina R, de Roberto de Mello e Souza (irmão de Antonio Candido), uma obra de ficção inspirada nas vivências do autor como cabo da Força Expedicionária Brasileira na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial.

Boiada, de José Antonio da Silva

Paulo Pasta

26.07.11

Aquele "saudosismo transfigurador", típico do caipira, no dizer de Antonio Candido, vai ganhar em Silva sua contrapartida nos atos resolutos do artista, que vem a pintar com um caráter afirmativo o seu passado. Se Silva pintou o campo em transformação, essa mesma dinâmica encontra-se, de certo modo, processada na sua forma de pintar. Esta se torna cada vez mais decidida, e nisso também podemos notar que o pintor conseguiu entender melhor a dinâmica pictórica de seus dois artistas preferidos: Picasso e Van Gogh.

A preguiça do samba

Maria Rita Kehl

27.04.11

Acabo de ler a série de poemas sobre o corpo. Ainda bem que tenho um pouco de tempo (tempo...) de silêncio em mim depois da sua poesia e antes da próxima sessão. Conheço todos eles, dos respectivos livros. Mas o impacto de ler todos seguidos é grande.