Equipe IMS
Antonio Candido em 1982

Antonio Candido (1918–2017)

Equipe IMS

12.05.17

Antonio Candido foi, segundo Paulo Roberto Pires, “o mais elegante dos transgressores. Encarnou um Brasil que hoje, no momento de sua morte, é empurrado para o obscurantismo e o conservadorismo”. Leia também nota de Elvia Bezerra lembrando dois breves encontros com o crítico literário, que entre 1992 e 2008 foi Conselheiro do Instituto Moreira Salles. Ainda neste post, artigo, carta e vídeo de Candido, que morreu na madrugada do dia 12 de maio, aos 98 anos.

O que as palavras dizem das coisas

Carla Rodrigues

19.04.16

Para Pierre Dardot e Christian Laval, autores de A nova razão do mundo, o importante é mostrar como, no neoliberalismo, a concorrência, método capitalista por excelência, despreza qualquer regulação de trocas e destitui o Estado do papel de conter o mercado a partir de regras do direito público. A supremacia da gestão privada se expande das empresas para a vida e para a “arte neoliberal de governar os indivíduos”.

O caso Amarildo e a rotina dos desaparecimentos — quatro perguntas para Fábio Alves Araújo

Equipe IMS

15.08.13

Autor da tese Das consequências da ?arte' macabra de fazer desaparecer corpos, sociólogo fala da prática policial (às vezes em parceria com traficantes) de encobrir homicídios com o apagamento das provas. As investigações acabam a cargo dos parentes das vítimas, como as Mães de Acari. Uma foi assassinada.