Um maxixe nos Estados Unidos — A incrível história de “Dengoso” (parte II)

Música

02.07.12

No post pas­sa­do vimos o suces­so estron­do­so que o maxi­xe Dengoso, de Ernesto Nazareth, teve em Paris e nos Estados Unidos na déca­da de 1910, mais espe­ci­fi­ca­men­te em 1914, uma épo­ca em que não exis­ti­am mei­os de comu­ni­ca­ção de mas­sa como a inter­net, a TV, ou mes­mo o rádio (cujas pri­mei­ras esta­ções só sur­gi­ri­am na déca­da de 1920).

Após 1914 o suces­so do maxi­xe no exte­ri­or caiu abrup­ta­men­te, pas­san­do a rece­ber pou­cas novas edi­ções e gra­va­ções, sen­do pos­sí­vel que a 1ª Guerra Mundial tenha influ­en­ci­a­do nes­ta que­da.

Na déca­da de 1920 não encon­trei nenhu­ma nova edi­ção de Dengoso, ou de qual­quer maxi­xe. Porém a par­tir de 1932, come­çam a sur­gir algu­mas re-edi­ções da músi­ca, que pas­sa a apa­re­cer fre­quen­te­men­te sob o títu­lo de Dengoza.

1932 Edward B. Marks, New York
“Tango land album — A col­lec­ti­on of the world’s best inter­na­ti­o­nal tan­gos by famous com­po­sers, as dan­ced by the inter­na­ti­o­nally famous tan­go team Antonio and Renée de Marco”
Contém Dengoza e Brejeiro

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