Visões de Coppola

Fotografia

18.06.12

A Argentina per­deu hoje um de seus mai­o­res fotó­gra­fos: Horacio Coppola. Nascido em 1906, Coppola come­çou na foto­gra­fia em 1927 por influên­cia de seu irmão mais velho, que usa­va uma câme­ra de gran­de for­ma­to. As cal­les e esqui­nas de Buenos Aires foram as prin­ci­pais mode­los cap­tu­ra­das pelas len­tes do artis­ta, que ofe­re­ce uma visão úni­ca da cida­de.  O livro Visões de Buenos Aires, publi­ca­do pelo IMS, ofe­re­ce uma com­pi­la­ção de regis­tros que Coppola fez da capi­tal argen­ti­na em seu momen­to de expan­são e moder­ni­za­ção. O fotó­gra­fo foi ami­go de Jorge Luis Borges, que o acom­pa­nha­va em incur­sões urba­nas em bus­ca de dife­ren­tes face­tas da cida­de.

A par­tir do dia 17 de julho, o Instituto Moreira Salles abre a expo­si­ção “Luz, cedro e pedra: escul­tu­ras do Aleijadinho foto­gra­fa­das por Horacio Coppola”, que ofe­re­ce regis­tros de obras de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730–1814), foto­gra­fa­das em Minas Gerais em 1945. Coppola pre­ten­dia rea­li­zar uma gran­de expo­si­ção sobre o bar­ro­co minei­ro, mas essas ima­gens con­ti­nu­a­ram iné­di­tas até 1955, quan­do foram publi­ca­das pela sua pró­pria edi­to­ra, a La Llanura, sob o títu­lo El Aleijadinho. A expo­si­ção apre­sen­ta apro­xi­ma­da­men­te 80 ima­gens foto­grá­fi­cas per­ten­cen­tes à cole­ção do Instituto Moreira Salles. Veja abai­xo algu­ma das foto­gra­fi­as des­ta expo­si­ção e de Visões de Buenos Aires:

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