O diretor Davi Pretto

O diretor Davi Pretto

Os filmes de agosto

Cinema

01.08.17

O folheto ao pé deste texto traz a programação completa para o mês de agosto da Sala José Carlos Avellar, o cinema do IMS Rio, com datas e horários das exibições e instruções para compra de ingressos.

De 3 a 16 de agosto, a Sessão Vitrine Petrobras apresenta Rifle, do gaúcho Davi Pretto. O filme, que se passa no extremo sul do Brasil, foi exibido no Festival de Berlim e recebeu o Grande Prêmio do 18º Jeonju International Film Festival. Em 2016, ganhou o prêmio de Melhor Filme do Júri da Crítica, Melhor Roteiro e Melhor Som do Festival de Brasília, e Melhor Filme do 12º Panorama Internacional Coisa de Cinema.

Seguem em cartaz a cópia restaurada de Gritos e sussurros, de Ingmar Bergman, o brasileiro Fala comigo, de Felipe Sholl, e o argentino O futuro perfeito, de Nele Wohlatz. A partir do dia 10, o cinema exibe Deixa na régua, mais recente documentário de Emílio Domingos, diretor de A batalha do passinho. O filme acompanha o cotidiano de três barbearias de regiões periféricas do estado do Rio de Janeiro.

Corpo elétrico, primeiro longa-metragem de Marcelo Caetano, entra em cartaz a partir da quinta-feira, 17 de agosto. Segundo Kleber Mendonça, coordenador de Cinema do IMS, o filme “pode se tornar uma peça importante na afirmação de um sentido de identidade no cinema brasileiro”.

 

 

Na quinta, dia 24, o cinema exibe Eu e meu irmão, primeiro longa-metragem de Robert Frank, em cópia 35 mm. O filme tem como corroteirista o dramaturgo Sam Sheppard, recentemente falecido. Após a sessão haverá um debate com os críticos da revista Cinética.

Também no dia 24, o documentário David Lynch: A vida de um artista chega à tela do IMS Rio em sessão especial. “David Lynch, o contador de histórias, nos levou por uma viagem por seus primeiros anos, rememorando eventos e pessoas que lhe deixaram marcas indeléveis”, contam os diretores Jon Nguyen, Rick Barnes e Olivia Neergaard-Holm. “Aprendemos sobre a jornada do jovem artista e as disputas internas que até hoje ainda o modelam.”

Para acompanhar a exibição do documentário, nos dias 27 e 30 o cinema exibe a cópia restaurada de Veludo azul, um dos clássicos do diretor.

 


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