Equipe IMS

Estrangeiro – quatro perguntas para Bernardo Carvalho

Equipe IMS

11.04.11

A condição de viajante, para Bernardo Carvalho, equivale à afirmação de uma individualidade que não pode ser submetida a nenhuma corporação, associação ou confraria, seja ela nacional, étnica, profissional ou familiar. É estar fora do lugar sempre.

Ficção, compadrio e as tias – Beatriz Resende e Alcir Pécora

Equipe IMS

04.04.11

Neste terceiro debate da seção "Desentendimento", os críticos literários Beatriz Resende e Alcir Pécora refletem sobre a literatura brasileira contemporânea. A mediação ficou a cargo de Paulo Roberto Pires, editor da revista serrote. A cada mês, o leitor encontrará no blog um debate em vídeo em que os convidados apresentam opiniões divergentes sobre um tema proposto pela revista serrote.

Objetos puros – conversa com José de Souza Martins

Equipe IMS

30.03.11

A obra do fotógrafo alemão Hans Gunter Flieg, que se estabeleceu no Brasil em 1939, destaca-se pelo vasto trabalho realizado para a indústria. Em sua produção sob encomenda, em que sobressai a estilização dos pátios das fábricas e do retrato de produtos, Flieg constrói "um imaginário da mercadoria" com seus procedimentos. É o que diz o sociólogo José de Souza Martins.

Thomaz Farkas (1924-2011)

Equipe IMS

26.03.11

A abertura da mostra Thomaz Farkas: uma antologia pessoal no IMS-SP, em janeiro deste ano, deu a dimensão da centralidade de Farkas não apenas para a fotografia, mas para a cultura brasileira. O fotógrafo húngaro naturalizado brasileiro, morto nesta sexta aos 86 anos, deixa um legado que não se resume a uma obra fotográfica pioneira.

A arte negra de Wilson Moreira e Nei Lopes – 30 anos

Equipe IMS

25.03.11

Em 1980, o álbum A arte negra de Wilson Moreira e Nei Lopes contava para o mundo o que muita gente boa já sabia: do encontro de um ex-agente penitenciário com um ex-advogado nascia uma das parcerias mais sofisticadas da música brasileira. Em outubro de 2010, ao recebê-los para recriar estes 14 sambas que são história, o IMS iniciou uma série de recitais dedicados a grandes discos.

As faces de Fayga

Equipe IMS

24.03.11

Tema da exposição que vai de 26/3 a 15/5/11 no IMS-RJ, a artista polonesa Fayga Ostrower (1920-2001) fixou-se no Brasil na década de 1930. Além de gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, foi também professora e teórica da arte. E é como pensadora do trabalho artístico que ela presta seu testemunho no vídeo abaixo, trecho produzido - mas não incluído na versão final - para o documentário Janela da alma (2001), de João Jardim e Walter Carvalho.

David Perlov nos anos 1970, quando começou a filmar o “Diário 1973-1983”

David Perlov: a paixão do cotidiano

Equipe IMS

16.03.11

Este texto foi publicado originalmente na Cahiers du Cinéma, número 605. Na sequência, uma entrevista concedida a Uri Klein, do jornal israelense Haaretz, por David Perlov, tema da mostra “David Perlov: epifanias do cotidiano”,  em cartaz no cinema do IMS-RJ entre os dias 11 e 20 de março de 2011.

Retrato em branco e preto – conversa com Sérgio Augusto

Equipe IMS

25.02.11

Neste registro de um encontro com o jornalista Sérgio Augusto, o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles serve de mote para uma conversa sobre o Rio de Janeiro entre as décadas de 40 e 50. Destaca-se o cenário do carnaval carioca do período, tema de mostra em cartaz no Instituto Moreira Salles. As fotos foram selecionadas dos... Continue reading

Robert Wilson no IMS-RJ – Diário de montagem

Equipe IMS

24.02.11

Retirar spots da pequena galeria, pintar canaletas, esconder fios, conferir legendas/créditos/serviço/ correções nos textos de parede, aplicar foam board branco na lateral das telas, testar novo blu-ray, agendar taxista para levar os americanos ao aeroporto na quarta, fechar brisés do corredor. Que mais é preciso para montar uma exposição? Veja no relato de Priscila Sacchettin, assistente de curadoria do IMS.

O Photoshop de Ródtchenko – Por Peter Campbell

Equipe IMS

22.02.11

Quando Aleksandr Ródtchenko começou a tirar fotos, em 1924, estava com trinta e poucos anos e já era conhecido como um pintor de abstrações austeras e como criador de colagens e fotomontagens. Produziu muitas de suas fotos mais memoráveis durante seus primeiros poucos anos com uma câmera: sua mulher, Varvara Stepanova, sorrindo com um cigarro preso entre os dentes, sua mãe segurando os óculos dobrados sob um olho e diversos retratos de Maiakóvski.