Daniel Pellizzari

Wilson Moreira, 80

Daniel Pellizzari

12.12.16

Para celebrar os 80 anos que Wilson Moreira completa em 12/12, a Batuta buscou o impossível: resumir a riqueza da obra do compositor. Há partido-alto, jongo, samba-enredo e toada.

O jazz do Blanc

Daniel Pellizzari

30.11.16

Rei­nal­do Figuei­redo lê três tex­tos de Aldir Blanc sobre jazz, publi­ca­dos na anto­lo­gia Aldir 70: “Solo” (sobre Louis Arms­trong), “Col­tra­ne e Min­gus” e “Por­tal do jazz” (sobre Joshua Red­man).

A bandaDisparada

Daniel Pellizzari

03.11.16

Zuza Homem de Mel­lo recor­da em deta­lhes o Fes­ti­val de 1966 da TV Record, que com­ple­ta 50 anos. A série tra­ça um pano­ra­ma de um momen­to fun­da­men­tal para a músi­ca bra­si­lei­ra.

Do banho ao pecado

Daniel Pellizzari

03.11.16

Em Car­tas na pin­tu­ra, Pris­ci­la Sac­chet­tin apre­sen­ta uma ilu­mi­nu­ra de um Livro de Horas de Robert Boy­vin, do sécu­lo XVI, repre­sen­tan­do a pas­sa­gem bíbli­ca de Bet­sa­bé e o rei Davi.

Lily Sverner (1934–2016)

Daniel Pellizzari

03.11.16

Na série Nomes, per­ten­cen­te ao acer­vo do Ins­ti­tu­to Morei­ra Sal­les, a fotó­gra­fa Lily Sver­ner, que mor­reu em 29 de outu­bro aos 82 anos, retra­ta com deli­ca­de­za a soli­dão dos ido­sos.

Obscuros de estimação

Daniel Pellizzari

03.10.16

Escrever é uma coisa, ser lido é outra. Alguns escritores dão o melhor de si, produzem uma obra consistente, e quase ninguém percebe. Outros autores fazem um sucesso estrondoso enquanto vivem e acabam esquecidos pouco depois de morrer, por motivos muitas vezes insondáveis. Se incluirmos as notas de rodapé e as anotações nas margens das páginas, a história da literatura é formada em sua maior parte por escritores que ninguém lê, ou que ninguém jamais leu, ou que de repente pararam de ser lidos. As manhas e humores da peneira do cânone, esta quimera, escapam a qualquer tentativa de delimitação. E mesmo o conceito de obscuro varia bastante: o desconhecido de um país pode ser a estrela de outro, e há quem fique realmente embasbacado ao saber que o autor X, que ele tanto aprecia, é um perfeito estranho para quase todas as outras pessoas.

Diário do Forte de Papelão

Daniel Pellizzari

01.07.16

Por trás de sua fortaleza de caixas de papelão, o escritor e tradutor Daniel Pellizzari, da Coordenação de Internet do IMS, arrisca um diário pessoal com o que lhe vem à cabeça durante a Festa Literária Internacional de Paraty e descobre, enquanto desempenha suas múltiplas funções no evento, que não há tempo para a introspecção na FLIP.

Só falta o cheiro

Daniel Pellizzari

17.12.15

Todo bibliófilo é obcecado pelo cheiro dos livros, e daí veio meu fascínio por bibliotecas com coleções de livros antigos. Sim, há também a fruição estética do objeto, o prazer do conteúdo, a presença severa da aura histórica, mas o cheiro é fundamental. Eis que conheci a Biblioteca Digital Mundial, que é, pelo menos até agora, o ápice da experiência da bibliomania na internet. São quase 13 mil documentos perfeitamente organizados. Só falta o cheiro.

Instantâneos da mente

Daniel Pellizzari

03.11.15

Cada vez mais parte considerável dos registros de um indivíduo são digitais, e aos poucos vamos usando esse material como uma espécie de cérebro externo, auxiliar. E se alguém tiver acesso a esse conteúdo após a nossa morte? Uma personalidade exposta, mecanismos mentais em estado bruto, tudo tão íntimo e em tantos aspectos tão diferente do que mostramos ao mundo, seja nas interações cotidianas ou no reality show cuidadosamente montado que transmitimos todos os dias pelas redes sociais. O que alguém deduziria a partir de tudo isso? Que retrato seu emergiria de uma intervenção dessas, leitora? Você está guardando tudo direitinho e em segurança, leitor?

Bom Fim, sem fim

Daniel Pellizzari

31.08.15

O documentário Filme sobre um Bom Fim, de Boca Migotto, conta a história da era de ouro de um bairro icônico de Porto Alegre. Ao longo das décadas de 1970 e 1980, o Bom Fim abrigou uma efervescência cultural e boêmia que rendeu inúmeros frutos no audiovisual, na música e em outras artes, e que também criou um espírito coletivo que seguiu em frente mesmo após a decadência dessa faceta do bairro.