Festival Varilux no IMS

Cinema

09.06.16

Começou na últi­ma quar­ta, dia 8 de junho, em 50 cida­des bra­si­lei­ras, a edi­ção 2016 do Festival Varilux de Cinema Francês. Já con­sa­gra­do como um dos prin­ci­pais even­tos difu­so­res da cul­tu­ra fran­ce­sa no Brasil, nes­te ano o fes­ti­val terá o dobro da dura­ção: serão duas sema­nas, até o dia 22 de junho.

O Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro par­ti­ci­pa­rá do fes­ti­val a par­tir des­ta quin­ta-fei­ra, dia 9 de junho. Além de exi­bir uma sele­ção do cine­ma fran­cês con­tem­po­râ­neo, incluin­do fil­mes pre­mi­a­dos em Cannes, o IMS pro­mo­ve­rá uma ses­são come­mo­ra­ti­va dos 50 anos de estreia de Um homem e uma mulher, de Claude Lelouch, e uma mos­tra retros­pec­ti­va do ator e dire­tor Roschdy Zem. O IMS de Poços de Caldas não fica­rá de fora, exi­bin­do 15 títu­los em cópia digi­tal (blu-ray).

Alguns dos fil­mes que mar­ca­rão pre­sen­ça na tela do IMS (aqui a pro­gra­ma­ção com­ple­ta do IMS-RJ):

Os cow­boys (Les cow­boys)
de Thomas Bidegain
Com François Damiens, Finnegan Oldfield, Agathe Dronne
(França, 2015. 104’)

Uma exten­sa pla­ní­cie, um encon­tro coun­try wes­tern em algum lugar do les­te da França. Alain é um dos pila­res des­sa comu­ni­da­de. Dança com Kelly, sua filha de 16 anos, sob o olhar ter­no da espo­sa e do caçu­la, Kid. Mas nes­se dia Kelly desa­pa­re­ce, e a vida da famí­lia des­mo­ro­na. Alain não vai desis­tir de pro­cu­rá-la, per­den­do o amor da famí­lia e tudo que pos­suía, e se vê lan­ça­do na vio­lên­cia do mun­do. Um uni­ver­so em ple­na mudan­ça, onde seu úni­co apoio será o filho Kid, que sacri­fi­ca a juven­tu­de e embar­ca com o pai nes­sa bus­ca sem fim.

Lolo, o filho da minha namo­ra­da (Lolo)
de Julie Delpy
Com Julie Delpy, Dany Boom, Vincent Lacoste
(França, 2015. 97’)

De féri­as no sul da França, Violette, sofis­ti­ca­da pari­si­en­se qua­ren­to­na que tra­ba­lha no mun­do da moda, encon­tra Jean-René, um modes­to téc­ni­co de infor­má­ti­ca recém-divor­ci­a­do. Após anos de soli­dão, Violette dei­xa-se sedu­zir. René jun­ta-se a ela em Paris, ten­tan­do se adap­tar ao ambi­en­te pari­si­en­se em que ela vive. Mas não con­ta com a pre­sen­ça de Lolo, o filhi­nho que­ri­do de Violette, dis­pos­to a tudo para des­truir o casal e con­ser­var seu lugar de favo­ri­to.

Chocolate (Chocolat)
de Roschdy Zem
Com Thibault de Montalembert, Omar Sy, James Thiérrée
(França, 2016. 110’)

Do cir­co ao tea­tro, do ano­ni­ma­to à gló­ria, a incrí­vel tra­je­tó­ria do palha­ço Chocolat, pri­mei­ro artis­ta cir­cen­se negro da França. A dupla iné­di­ta, for­ma­da com Footit, alcan­ça um imen­so suces­so popu­lar na Paris da bel­le épo­que antes que a fama, o dinhei­ro fácil, o jogo e as dis­cri­mi­na­ções des­gas­tem a ami­za­de do par e a car­rei­ra de Chocolat.

No cine­ma do IMS do Rio de Janeiro, às ter­ças, quar­tas e quin­tas o ingres­so cus­ta R$ 22 (intei­ra) ou R$ 11 (meia). Às sex­tas, sába­dos, domin­gos e feri­a­dos, a intei­ra cus­ta R$ 26 e a meia, R$ 13. Já em Poços de Caldas, cada ses­são cus­ta R$ 10 (intei­ra) ou R$ 5 (meia).

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