Lambe-lambe, Vale do Anhangabaú, c. 1970

Jorge Bodanzky/Acervo IMS

Lambe-lambe, Vale do Anhangabaú, c. 1970

Cursos e oficinas do IMS Paulista

Em cartaz

31.08.17

Os cur­sos e ofic­i­nas ofer­e­ci­dos pelo IMS Paulista, que será aber­to ao públi­co no dia 20 de setem­bro, são opor­tu­nidades para ampli­ar o pen­sa­men­to críti­co sobre fotografia e exper­i­men­tar seus difer­entes proces­sos e téc­ni­cas. De aulas expos­i­ti­vas a imer­sões no lab­o­ratório, haverá ativi­dades tan­to para quem bus­ca os primeiros con­tatos com a práti­ca fotográ­fi­ca como para os que pre­ten­dem desen­volver pro­je­tos pes­soais, para inter­es­sa­dos na história do meio e para pesquisadores procu­ran­do are­jar seu con­hec­i­men­to.

Com­ple­tam a pro­gra­mação rodas de con­ver­sa e cur­sos inspi­ra­dos em exposições em car­taz ou que tan­gen­ci­am as out­ras áreas de atu­ação do Insti­tu­to Mor­eira Salles – lit­er­atu­ra, icono­grafia, músi­ca e cin­e­ma. Inscre­va-se!


As emen­tas com­ple­tas dos cur­sos e ofic­i­nas estão disponíveis no PDF ao final deste post. As matrículas podem ser feitas pelo Eventbrite ou, a par­tir do dia 20/9, pes­soal­mente no balcão de atendi­men­to do IMS Paulista. Estu­dantes, pro­fes­sores e maiores de 60 anos têm 50% de descon­to em todos os cur­sos. 
Para mais infor­mações, envie um email para cursos.paulista@ims.com.br.

 

Cursos

 

Andreas Gursky

99 cents, 1999

Histórias da fotografia – Parte I

Orga­ni­za­ção: Miguel Del Castil­lo e Thya­go Nogueira.
3 módu­los de 4 aulas

R$ 200 na inscrição para um módu­lo, R$ 340 na inscrição para dois módu­los, R$ 480 na inscrição para os três

Como alter­na­ti­va a uma história da fotografia úni­ca e cronológ­i­ca, este cur­so apre­sen­ta histórias vari­adas a par­tir de temas que atrav­es­sam a pro­dução fotográ­fi­ca: a arte, a impren­sa, as exposições, os livros, a moda e a fotografia amado­ra. São três módu­los por semes­tre, seis no total, que tam­bém podem ser cur­sa­dos de maneira inde­pen­dente. Esta é a primeira parte do cur­so, a segun­da ocor­rerá no primeiro semes­tre de 2018.

 

1: A fotografia através da arte

Com Agnal­do Farias*26 de setem­bro e 3, 10 e 17 de out­ubro (terças, das 19h às 21h)

A história de como a fotografia se tornou uma das pro­tag­o­nistas da cena artís­ti­ca con­tem­porânea remon­ta aos anos 1960, quan­do a fotografia abstra­ta, as foto­co­la­gens, as inter­venções sobre neg­a­tivos e a pós-pro­dução da imagem gan­ham mais espaço, num con­tex­to dom­i­na­do pela obje­tivi­dade fotográ­fi­ca, assim como os reg­istros de per­for­mances, os ambi­entes imer­sivos com ima­gens fotográ­fi­cas e o emprego da fotografia pela arte con­ceitu­al, entre out­ros.

* Agnal­do Farias é curador, críti­co de arte e pro­fes­sor da Fac­ul­dade de Arquite­tu­ra e Urban­is­mo da USP.

 

2: A fotografia através das exposições

Com Helouise Cos­ta*24 e 31 de out­ubro e 7 e 14 de novem­bro (terças, das 19h às 21h)

A história das exposições é parte insep­a­ráv­el da história ger­al da fotografia, porém cos­tu­ma ser vista como mera curiosi­dade ou apoio para out­ras for­mas de análise. O estu­do de exposições brasileiras e estrangeiras, como Foto­for­ma (1951), The Fam­i­ly of Man (1955) e New Topo­graph­ics (1975), entre muitas out­ras, rev­ela aspec­tos pouco explo­rados do cam­po fotográ­fi­co e tam­bém o per­cur­so, nada pre­visív­el, que lev­ou a fotografia a ser assim­i­la­da pelos museus de arte ao lon­go do sécu­lo XX.

*  Helouise Cos­ta é docente e curado­ra do Museu de Arte Con­tem­porânea da USP. Coau­to­ra do livro A fotografia mod­er­na no Brasil, entre out­ros, real­i­zou exposições como Rafael França: entre mídias e Fron­teiras incer­tas: arte e fotografia no acer­vo do MAC USP.

 

3: A fotografia através da imprensa

Com Dor­rit Haraz­im*21 e 28 de novem­bro e 5 e 12 de dezem­bro (terças, das 19h às 21h)

As inter­seções entre fotografia, história e jor­nal­is­mo são explo­radas por meio de temas como: o poder da imagem sobre a nar­ra­ti­va históri­ca; a ascen­são e a que­da das grandes agên­cias de fotografia e revis­tas ilustradas; os retratos ofi­ci­ais na políti­ca; e a força da imagem (e o papel ambíguo das leg­en­das) ao apre­sen­tar a real­i­dade.

*  Dor­rit Haraz­im é jor­nal­ista. Pas­sou pelos prin­ci­pais veícu­los de comu­ni­cação do país e rece­beu o prêmio Gabriel Gar­cía Márquez de Jor­nal­is­mo na cat­e­go­ria Excelên­cia. Foi col­u­nista do site da revista ZUM e pub­li­cou O instante cer­to, livro de ensaios sobre fotografia.

 


 

Fotografia: Princípios

Com Celi­na Yamauchi*. De 28 de setem­bro a 14 de dezem­bro, exce­to feri­ados (quin­tas, das 19h às 21h30)

12 aulas, R$ 480

 Uma intro­dução ao uni­ver­so da fotografia para inter­es­sa­dos em con­hecer seus princí­pios con­ceitu­ais e téc­ni­cos. Em aulas expos­i­ti­vas e práti­cas, abor­da assun­tos como a for­mação da imagem na câmara obscu­ra, os mate­ri­ais foto­ssen­síveis e os ajustes bási­cos das câmeras. O cur­so faz parte de um ciclo de for­mação com out­ros dois, tam­bém de lon­ga duração – “Proces­sos”, o segun­do, e “Pro­je­tos”, o últi­mo –, a serem real­iza­dos nos próx­i­mos semes­tres.

Os par­tic­i­pantes devem traz­er uma câmera analóg­i­ca ou dig­i­tal que per­mi­ta ajustes man­u­ais.

Haverá duas aulas aos domin­gos, dias 12 e 26 de novem­bro, das 14h30 às 17h.

Celi­na Yamauchi é artista e pro­fes­so­ra de fotografia na Faap e na Belas Artes. É respon­sáv­el pela orga­ni­za­ção das ativi­dades dos ateliês do IMS Paulista.


Alek­san­dr Ródtchenko/Moscow House of Pho­tog­ra­phy Muse­um

Sem títu­lo, 1933

Arte e revolução russa

com Ronal­do Brito, Arlete Cav­a­liere, Mar­cos Napoli­tano, Annatere­sa Fab­ris, Bruno Gomide e Irineu Fran­co Per­petuo*

4, 11, 18 e 25 de out­ubro e 1 e 8 de novem­bro (quar­tas, das 19h às 21h)

6 aulas, R$ 300

Nos 100 anos da Rev­olução Rus­sa, que mar­cou o fim do regime czarista no país e o iní­cio do que seria a União Soviéti­ca, espe­cial­is­tas refletem sobre como difer­entes man­i­fes­tações cul­tur­ais – artes plás­ti­cas, teatro, cin­e­ma, fotografia, lit­er­atu­ra e músi­ca – reper­cu­ti­ram o espíri­to da rev­olução, e como se rein­ven­taram depois de 1917. Um panora­ma de um ver­dadeiro caldeirão em ebu­lição, com dos­es iguais de ide­al­is­mo, antag­o­nis­mo e con­tro­vér­sia, e que inclui Ródtchenko, Mal­iévitch, El Lis­sít­s­ki, Kandín­s­ki, Tátlin, Bábel, Maiakóvs­ki, Blók, Eisen­stein e Prokó­fiev, entre muitos out­ros.

*  Ronal­do Brito é críti­co de arte e pro­fes­sor da pós-grad­u­ação em história social da cul­tura na PUC-Rio. É autor dos livros Neo­con­cretismo: vér­tice e rup­tura do pro­je­to mod­ernista brasileiro e Exper­iên­cia críti­ca, bem como de mono­grafias dos artis­tas Sér­gio Camar­go, Iberê Camar­go, Eduar­do Sued, Goel­di e out­ros.

Arlete Cav­a­liere é ensaís­ta, tradu­to­ra e pro­fes­so­ra de teatro, arte e cul­tura rus­sa na USP. Entre suas pub­li­cações, estão a tradução e a orga­ni­za­ção de Teatro com­ple­to, de Niko­lai Gógol, e Teatro rus­so: lit­er­atu­ra e espetácu­lo.

Mar­cos Napoli­tano é pro­fes­sor de história na USP e vice-coor­de­nador do grupo de pesquisa História e Audio­vi­su­al. É autor do livro 1964: história do regime mil­i­tar brasileiro.

Annatere­sa Fab­ris é his­to­ri­ado­ra e críti­ca de arte, pro­fes­so­ra tit­u­lar aposen­ta­da de história da arte na ECA-USP. É auto­ra, entre out­ros, de Iden­ti­dades vir­tu­ais: uma leitu­ra do retra­to fotográ­fi­co e A fotografia e a crise da mod­ernidade.

Bruno Gomide é pro­fes­sor de lit­er­atu­ra rus­sa na USP. É autor e orga­ni­zador de livros como Da este­pe à caatin­ga: O romance rus­so no Brasil (1887–1936), Nova antolo­gia do con­to rus­so – Uma seleção e Antolo­gia do pen­sa­men­to críti­co rus­so (1802–1901).

Irineu Fran­co Per­petuo é jor­nal­ista e tradu­tor, colab­o­rador da revista Con­cer­to e jura­do do con­cur­so de músi­ca Prelú­dio, da TV Cul­tura. Traduz­iu do rus­so, entre out­ras obras, A morte de Ivan Ilitch, de Tol­stói, e Vida e des­ti­no, de Vas­sili Gross­man.

 


 

Robert Frank e os beats: diálogos

com Patrí­cia Mourão, Cadão Vol­pa­to, Loren­zo Mam­mì e Tia­go Mesqui­ta*

19 e 26 de out­ubro e 9 e 16 de novem­bro (quin­tas, das 19h às 21h)

4 aulas, R$ 200

Por ocasião da exposição Robert Frank: os amer­i­canos + Os livros e os filmes, este cur­so lança um olhar para a maneira como a pro­dução do fotó­grafo e cineas­ta dialo­ga com a ger­ação beat no cin­e­ma, na lit­er­atu­ra, na arte e na músi­ca. Do pop de Andy Warhol às impro­visações do jazz e às letras de Bob Dylan, do cin­e­ma exper­i­men­tal amer­i­cano à escri­ta cau­dalosa de Ker­ouac e seus com­parsas nos Esta­dos Unidos das décadas de 1950 e 1960, um per­cur­so pelas influên­cias, con­ver­sas e lega­dos de Robert Frank.

Patrí­cia Mourão é douto­ra em cin­e­ma pela USP. Orga­ni­zou mostras e livros ded­i­ca­dos ao cin­e­ma estru­tur­al e a cineas­tas como Andrea Tonac­ci, Jonas Mekas, Nao­mi Kawase e Harun Faroc­ki.

Cadão Vol­pa­to é jor­nal­ista, escritor, músi­co e ilustrador. Foi vocal­ista da ban­da de rock Felli­ni e pub­li­cou, entre out­ros, o romance Pes­soas que pas­sam pelos son­hos. Coor­de­na atual­mente o Cen­tro Cul­tur­al São Paulo.

Loren­zo Mam­mì é críti­co de arte e de músi­ca e curador de Pro­gra­mação e Even­tos do IMS. Pro­fes­sor de filosofia na USP, é autor dos livros O que res­ta: arte e críti­ca de arte e A fugi­ti­va: ensaios sobre músi­ca.

Tia­go Mesqui­ta é críti­co de arte e pro­fes­sor de história da arte. Mestre em filosofia pela USP, orga­ni­zou exposições como David Drew Zingg: imagem sobre imagem e O olhar do cole­cionador.

  



 

Oficinas

 

Instrumentos ópticos na arte ocidental

com Fábio D’Almeida*. 3, 4 e 5 de out­ubro (terça a quin­ta, das 16h30 às 19h). 3 encon­tros, R$ 150

Reflexões históri­c­as e práti­cas sobre o uso de instru­men­tos ópti­cos den­tro da tradição da arte oci­den­tal, espe­cial­mente entre os sécu­los XVII e XIX. Na parte práti­ca das aulas, os alunos são con­vi­da­dos a uti­lizar dis­pos­i­tivos ópti­cos históri­cos, como a câmara obscu­ra e a câmara clara.

Fábio D’Almeida é pós-doutoran­do em história e teo­ria da arte pela FAU-USP, espe­cial­mente inter­es­sa­do no estu­do da pro­dução artís­ti­ca e fotográ­fi­ca brasileira do sécu­lo XIX, e em suas relações com o con­tex­to inter­na­cional. Des­de 2010, colab­o­ra com a Enci­clopé­dia de Artes Visuais do Itaú Cul­tur­al.

 


O ensaio visual em livro

com João Luiz Musa*. 4, 11, 18 e 25 de out­ubro e 1 de novem­bro (quar­tas, das 19h às 21h30).  5 encon­tros, R$ 250

Uma aprox­i­mação ao con­ceito do ensaio visu­al, com foco em pro­je­tos fotográ­fi­cos autorais que assumi­ram a for­ma de livro ou que foram con­ce­bidos especi­fi­ca­mente para este suporte. Uma reflexão cole­ti­va que vai da análise de obras par­a­dig­máti­cas da história da fotografia à apre­ci­ação con­jun­ta da pro­dução fotográ­fi­ca dos par­tic­i­pantes.

Os par­tic­i­pantes devem traz­er um pro­je­to de ensaio fotográ­fi­co impres­so de sua auto­ria.

João Luiz Musa é fotó­grafo e pro­fes­sor do Depar­ta­men­to de Artes Visuais da ECA-USP. Tra­bal­ha em seu estú­dio na área edi­to­r­i­al e pub­li­cou, entre out­ros, os foto­livros autorais 24 x 36 e Depois do inver­no.

 


 

Experimentações no laboratório

Domin­gos, das 11h às 12h30

Ativi­dade gra­tui­ta, lugares lim­i­ta­dos; dis­tribuição de sen­has 30 min­u­tos antes

O IMS abre seu lab­o­ratório para que o públi­co se enga­je em ativi­dades fotográ­fi­cas exper­i­men­tais rela­cionadas a uma téc­ni­ca ou ao pro­ced­i­men­to de obtenção de ima­gens.

 

8 de out­ubro Fotogra­ma  

12 de novem­bro Con­traste

 10 de dezem­bro Negativo/positivo


 

Cole­ti­vo Garapa/Acervo IMS

Da série Postais para Charles Lynch

Arquivo e barbárie

Com Cole­ti­vo Gara­pa*. 24, 25 e 26 de out­ubro (terça a quin­ta, das 16h30 às 19h). 3 encon­tros, R$ 150

Ofic­i­na rela­ciona­da à exposição Cor­po a cor­po, em car­taz no IMS Paulista a par­tir de 20 de setem­bro

Um mer­gul­ho críti­co nos doc­u­men­tos da vio­lên­cia com base nas reflexões pro­postas pelo cole­ti­vo Gara­pa no tra­bal­ho Postais para Charles Lynch, sobre lin­chamen­tos con­tem­porâ­neos, vence­dor da Bol­sa de Fotografia ZUM/IMS 2014. Por meio de estraté­gias de cri­ação em grupo e apro­pri­ação de mate­r­i­al de arqui­vo analógi­co e dig­i­tal, além de tra­bal­hos prévios dos par­tic­i­pantes, propõe-se con­stru­ir uma nar­ra­ti­va visu­al frag­men­ta­da que tran­site entre o doc­u­men­tal e o fic­cional, o estéti­co e o políti­co.

Gara­pa é um duo de artis­tas mul­ti­mí­dia fun­da­do em 2008. Des­de então, desen­volve tra­bal­hos que ten­sion­am as fron­teiras entre o documentário e as artes visuais, real­i­dade e ficção. Vence­r­am a Bol­sa de Fotografia ZUM/IMS em 2014 com Postais para Charles Lynch, livro de artista sobre lin­chamen­tos con­tem­porâ­neos.


 

#aovivo

com Mídia Nin­ja*. 4, 11 e 25 de novem­bro (sába­dos, das 14h30 às 17h)

Ativi­dade gra­tui­ta, lugares lim­i­ta­dos; dis­tribuição de sen­has 30 min­u­tos antes

Ofic­i­na rela­ciona­da à exposição Cor­po a cor­po, em car­taz no IMS Paulista a par­tir de 20 de setem­bro

Um per­cur­so práti­co pelas tec­nolo­gias e lin­gua­gens uti­lizadas pela Mídia Nin­ja na doc­u­men­tação e na dis­tribuição de infor­mações em tem­po real – trans­mis­sões ao vivo, fotografias, vídeos e a uti­liza­ção das redes soci­ais –, estim­u­lan­do e poten­cial­izan­do a cri­ação de novas nar­ra­ti­vas a par­tir da real­i­dade de cada par­tic­i­pante. A ativi­dade tem a duração de um encon­tro; a cada sába­do, será for­ma­da uma nova tur­ma.

Mídia Nin­ja é um cole­ti­vo de jor­nal­is­tas inde­pen­dentes que man­tém o por­tal de notí­cias midianinja.org. Gan­hou proem­inên­cia durante as man­i­fes­tações de jun­ho de 2013, real­izan­do uma cober­tu­ra alter­na­ti­va e que desta­cou ini­cia­ti­vas geral­mente pouco midi­a­ti­zadas e expôs abu­sos.


 

A velocidade das coisas

com Letí­cia Ramos*. 14, 15 e 16 de novem­bro (terça a quin­ta, das 16h30 às 19h).  3 encon­tros, R$ 150

Ofic­i­na rela­ciona­da à exposição Cor­po a cor­po, em car­taz no IMS Paulista a par­tir de 20 de setem­bro

Partin­do dos pro­je­tos e proces­sos da artista Letí­cia Ramos e de pesquisas rela­cionadas aos temas da ciên­cia e da ficção, exer­cí­cios práti­cos serão com­bi­na­dos com uma série de exper­i­men­tos fotográ­fi­cos estro­boscópi­cos e difer­entes maneiras de con­strução da imagem.

Os par­tic­i­pantes devem traz­er uma câmera analóg­i­ca ou dig­i­tal que per­mi­ta ajustes man­u­ais e pos­suir domínio téc­ni­co sobre ela.

*  Letí­cia Ramos é artista e video­mak­er. Seu foco de inves­ti­gação é a cri­ação de aparatos fotográ­fi­cos próprios para a cap­tação e a recon­strução do movi­men­to. Venceu a Bol­sa de Fotografia ZUM/IMS em 2013 com o pro­je­to Micro­filme.


 

A cidade como percurso e imagem

com Tuca Vieira*. 2 e 3 de dezem­bro (sába­do e domin­go, das 14h30 às 17h30).  2 encon­tros, R$ 100

Uma redescober­ta visu­al da cidade através de seu traça­do e dos cam­in­hos que ele sug­ere. Serão per­cor­ri­dos locais fotografa­dos por Mil­itão Augus­to de Azeve­do (1837–1905) no labir­in­to do cen­tro históri­co paulis­tano e, por con­traste, na lin­ha reta da aveni­da Paulista. O intu­ito é perce­ber em que medi­da a con­fig­u­ração da cidade afe­ta nos­so cam­in­har e, con­se­quente­mente, nos­so olhar.

Esta ofic­i­na inclui cam­in­hadas a pé pela cidade.

*  Tuca Vieira é fotó­grafo e pro­fes­sor na Esco­la da Cidade. Sua obra ver­sa sobre cidade e arquite­tu­ra. É coau­tor do livro As cidades do Brasil: São Paulo e seu mais recente pro­je­to foi o Atlas fotográ­fi­co da cidade de São Paulo e seus arredores.



 

Rodas de conversa

 

 

O artista em processo

Sába­dos, das 11h às 12h30. Ativi­dade gra­tui­ta, lugares lim­i­ta­dos; dis­tribuição de sen­has 30 min­u­tos antes

Uma con­ver­sa aber­ta com um artista sobre sua obra, sua lin­ha de pesquisa e seu proces­so cria­ti­vo.

 

7 de out­ubro: Mau­ro Res­tiffe e o arqui­vo pes­soal analógi­co

Mau­ro Res­tiffe é fotó­grafo. São Paulo, fora de alcance, livro e exposição real­iza­dos pelo IMS, exem­pli­fi­ca bem seu olhar para a cidade, um impor­tante viés de sua obra, que inte­gra coleções como Tate, SF-Moma, Inho­tim e Pina­cote­ca.

11 de novem­bro:  Hele­na Mar­tins-Cos­ta e a memória fotográ­fi­ca

Hele­na Mar­tins-Cos­ta é artista visu­al. Em seu tra­bal­ho, res­ga­ta ima­gens rejeitadas que sobre­viver­am ao desa­parec­i­men­to, iden­ti­f­i­can­do tipolo­gias por um proces­so de arque­olo­gia fotográ­fi­ca. Foi con­tem­pla­da pela Bol­sa de Fotografia ZUM/IMS 2014 com Desvio.


I’m So Hap­py, 1990, Mar­vin Heifer­man e Car­ole Kismar­ic

Fotolivro de cabeceira

Sába­dos, das 11h às 12h30. Ativi­dade gra­tui­ta, lugares lim­i­ta­dos; dis­tribuição de sen­has 30 min­u­tos antes

Artis­tas, críti­cos e curadores con­ver­sam com o públi­co sobre seu foto­livro favorito ou aque­le que não tem saí­do de suas cabe­ceiras, expli­can­do por quê.

 

21 de out­ubro: Rosân­gela Ren­nó — I’m So Hap­py, de Mar­vin Heifer­man e Car­ole Kismar­ic

Rosân­gela Ren­nó é artista. Sua obra tem como prin­ci­pal ver­tente o tra­bal­ho com ima­gens de arqui­vo. Pub­li­cou, entre out­ros, o livro de artista A01 [cod. 19.1.1.43] – A27 [S|CPD.23].

25 de novem­bro: Iatã Cannabra­va — Sug­ar Paper The­o­ries, de Jack Lath­am

Iatã Cannabra­va é fotó­grafo, curador e pro­du­tor cul­tur­al, respon­sáv­el pela revi­tal­iza­ção do Fes­ti­val Paraty em Foco e pela cri­ação do Val­on­go Fes­ti­val Inter­na­cional da Imagem. Sua impor­tante coleção de livros per­tence à Bib­liote­ca de Fotografia do IMS Paulista.

9 de dezem­bro: João Luiz Musa — Os amer­i­canos, de Robert Frank
João Luiz Musa é fotó­grafo e pro­fes­sor do Depar­ta­men­to de Artes Visuais da ECA-USP. Tra­bal­ha em seu estú­dio na área edi­to­r­i­al e pub­li­cou, entre out­ros, os foto­livros autorais 24 x 36 e Depois do inver­no.

 

 

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