Lambe-lambe, Vale do Anhangabaú, c. 1970

Jorge Bodanzky/Acervo IMS

Lambe-lambe, Vale do Anhangabaú, c. 1970

Cursos e oficinas do IMS Paulista

Em cartaz

31.08.17

Os cur­sos e ofi­ci­nas ofe­re­ci­dos pelo IMS Pau­lis­ta, que será aber­to ao públi­co no dia 20 de setem­bro, são opor­tu­ni­da­des para ampli­ar o pen­sa­men­to crí­ti­co sobre foto­gra­fia e expe­ri­men­tar seus dife­ren­tes pro­ces­sos e téc­ni­cas. De aulas expo­si­ti­vas a imer­sões no labo­ra­tó­rio, have­rá ati­vi­da­des tan­to para quem bus­ca os pri­mei­ros con­ta­tos com a prá­ti­ca foto­grá­fi­ca como para os que pre­ten­dem desen­vol­ver pro­je­tos pes­so­ais, para inte­res­sa­dos na his­tó­ria do meio e para pes­qui­sa­do­res pro­cu­ran­do are­jar seu conhe­ci­men­to.

Com­ple­tam a pro­gra­ma­ção rodas de con­ver­sa e cur­sos ins­pi­ra­dos em expo­si­ções em car­taz ou que tan­gen­ci­am as outras áre­as de atu­a­ção do Ins­ti­tu­to Morei­ra Sal­les – lite­ra­tu­ra, ico­no­gra­fia, músi­ca e cine­ma. Ins­cre­va-se!


As emen­tas com­ple­tas dos cur­sos e ofi­ci­nas estão dis­po­ní­veis no PDF ao final des­te post. As matrículas podem ser fei­tas pelo Event­bri­te ou, a par­tir do dia 20/9, pes­so­al­men­te no balcão de aten­di­men­to do IMS Pau­lis­ta. Estu­dan­tes, pro­fes­so­res e mai­o­res de 60 anos têm 50% de des­con­to em todos os cur­sos. 
Para mais infor­ma­ções, envie um email para cursos.paulista@ims.com.br.

 

Cursos

 

Andre­as Gursky

99 cents, 1999

Histórias da fotografia – Parte I

Orga­ni­za­ção: Miguel Del Cas­til­loThya­go Noguei­ra.
3 módu­los de 4 aulas

R$ 200 na ins­cri­ção para um módu­lo, R$ 340 na ins­cri­ção para dois módu­los, R$ 480 na ins­cri­ção para os três

Como alter­na­ti­va a uma his­tó­ria da foto­gra­fia úni­ca e cro­no­ló­gi­ca, este cur­so apre­sen­ta his­tó­ri­as vari­a­das a par­tir de temas que atra­ves­sam a pro­du­ção foto­grá­fi­ca: a arte, a impren­sa, as expo­si­ções, os livros, a moda e a foto­gra­fia ama­do­ra. São três módu­los por semes­tre, seis no total, que tam­bém podem ser cur­sa­dos de manei­ra inde­pen­den­te. Esta é a pri­mei­ra par­te do cur­so, a segun­da ocor­re­rá no pri­mei­ro semes­tre de 2018.

 

1: A fotografia através da arte

Com Agnal­do Fari­as*26 de setem­bro e 3, 10 e 17 de outu­bro (terças, das 19h às 21h)

A his­tó­ria de como a foto­gra­fia se tor­nou uma das pro­ta­go­nis­tas da cena artís­ti­ca con­tem­po­râ­nea remon­ta aos anos 1960, quan­do a foto­gra­fia abs­tra­ta, as foto­co­la­gens, as inter­ven­ções sobre nega­ti­vos e a pós-pro­du­ção da ima­gem ganham mais espa­ço, num con­tex­to domi­na­do pela obje­ti­vi­da­de foto­grá­fi­ca, assim como os regis­tros de per­for­man­ces, os ambi­en­tes imer­si­vos com ima­gens foto­grá­fi­cas e o empre­go da foto­gra­fia pela arte con­cei­tu­al, entre outros.

* Agnal­do Fari­as é cura­dor, crí­ti­co de arte e pro­fes­sor da Facul­da­de de Arqui­te­tu­ra e Urba­nis­mo da USP.

 

2: A fotografia através das exposições

Com Heloui­se Cos­ta*24 e 31 de outu­bro e 7 e 14 de novem­bro (terças, das 19h às 21h)

A his­tó­ria das expo­si­ções é par­te inse­pa­rá­vel da his­tó­ria geral da foto­gra­fia, porém cos­tu­ma ser vis­ta como mera curi­o­si­da­de ou apoio para outras for­mas de aná­li­se. O estu­do de expo­si­ções bra­si­lei­ras e estran­gei­ras, como Foto­for­ma (1951), The Family of Man (1955) e New Topo­graphics (1975), entre mui­tas outras, reve­la aspec­tos pou­co explo­ra­dos do cam­po foto­grá­fi­co e tam­bém o per­cur­so, nada pre­vi­sí­vel, que levou a foto­gra­fia a ser assi­mi­la­da pelos museus de arte ao lon­go do sécu­lo XX.

*  Heloui­se Cos­ta é docen­te e cura­do­ra do Museu de Arte Con­tem­po­râ­nea da USP. Coau­to­ra do livro A foto­gra­fia moder­na no Bra­sil, entre outros, rea­li­zou expo­si­ções como Rafa­el Fran­ça: entre mídi­asFron­tei­ras incer­tas: arte e foto­gra­fia no acer­vo do MAC USP.

 

3: A fotografia através da imprensa

Com Dor­rit Hara­zim*21 e 28 de novem­bro e 5 e 12 de dezem­bro (terças, das 19h às 21h)

As inter­se­ções entre foto­gra­fia, his­tó­ria e jor­na­lis­mo são explo­ra­das por meio de temas como: o poder da ima­gem sobre a nar­ra­ti­va his­tó­ri­ca; a ascen­são e a que­da das gran­des agên­ci­as de foto­gra­fia e revis­tas ilus­tra­das; os retra­tos ofi­ci­ais na polí­ti­ca; e a for­ça da ima­gem (e o papel ambí­guo das legen­das) ao apre­sen­tar a rea­li­da­de.

*  Dor­rit Hara­zim é jor­na­lis­ta. Pas­sou pelos prin­ci­pais veí­cu­los de comu­ni­ca­ção do país e rece­beu o prê­mio Gabri­el Gar­cía Már­quez de Jor­na­lis­mo na cate­go­ria Exce­lên­cia. Foi colu­nis­ta do site da revis­ta ZUM e publi­cou O ins­tan­te cer­to, livro de ensai­os sobre foto­gra­fia.

 


 

Fotografia: Princípios

Com Celi­na Yamau­chi*. De 28 de setem­bro a 14 de dezem­bro, exce­to feri­a­dos (quin­tas, das 19h às 21h30)

12 aulas, R$ 480

 Uma intro­du­ção ao uni­ver­so da foto­gra­fia para inte­res­sa­dos em conhe­cer seus prin­cí­pi­os con­cei­tu­ais e téc­ni­cos. Em aulas expo­si­ti­vas e prá­ti­cas, abor­da assun­tos como a for­ma­ção da ima­gem na câma­ra obs­cu­ra, os mate­ri­ais fotos­sen­sí­veis e os ajus­tes bási­cos das câme­ras. O cur­so faz par­te de um ciclo de for­ma­ção com outros dois, tam­bém de lon­ga dura­ção – “Pro­ces­sos”, o segun­do, e “Pro­je­tos”, o últi­mo –, a serem rea­li­za­dos nos pró­xi­mos semes­tres.

Os par­ti­ci­pan­tes devem tra­zer uma câme­ra ana­ló­gi­ca ou digi­tal que per­mi­ta ajus­tes manu­ais.

Have­rá duas aulas aos domin­gos, dias 12 e 26 de novem­bro, das 14h30 às 17h.

Celi­na Yamau­chi é artis­ta e pro­fes­so­ra de foto­gra­fia na Faap e na Belas Artes. É res­pon­sá­vel pela orga­ni­za­ção das ati­vi­da­des dos ate­li­ês do IMS Pau­lis­ta.


Alek­san­dr Ródtchenko/Moscow Hou­se of Pho­to­graphy Museum

Sem títu­lo, 1933

Arte e revolução russa

com Ronal­do Bri­to, Arle­te Cava­li­e­re, Mar­cos Napo­li­ta­no, Anna­te­re­sa Fabris, Bru­no Gomi­de e Iri­neu Fran­co Per­pe­tuo*

4, 11, 18 e 25 de outu­bro e 1 e 8 de novem­bro (quar­tas, das 19h às 21h)

6 aulas, R$ 300

Nos 100 anos da Revo­lu­ção Rus­sa, que mar­cou o fim do regi­me cza­ris­ta no país e o iní­cio do que seria a União Sovié­ti­ca, espe­ci­a­lis­tas refle­tem sobre como dife­ren­tes mani­fes­ta­ções cul­tu­rais – artes plás­ti­cas, tea­tro, cine­ma, foto­gra­fia, lite­ra­tu­ra e músi­ca – reper­cu­ti­ram o espí­ri­to da revo­lu­ção, e como se rein­ven­ta­ram depois de 1917. Um pano­ra­ma de um ver­da­dei­ro cal­dei­rão em ebu­li­ção, com doses iguais de ide­a­lis­mo, anta­go­nis­mo e con­tro­vér­sia, e que inclui Ródt­chen­ko, Malié­vit­ch, El Lis­síts­ki, Kan­díns­ki, Tátlin, Bábel, Mai­a­kóvs­ki, Blók, Eisens­tein e Pro­kó­fi­ev, entre mui­tos outros.

*  Ronal­do Bri­to é crí­ti­co de arte e pro­fes­sor da pós-gra­du­a­ção em his­tó­ria soci­al da cul­tu­ra na PUC-Rio. É autor dos livros Neo­con­cre­tis­mo: vér­ti­ce e rup­tu­ra do pro­je­to moder­nis­ta bra­si­lei­roExpe­ri­ên­cia crí­ti­ca, bem como de mono­gra­fi­as dos artis­tas Sér­gio Camar­go, Ibe­rê Camar­go, Edu­ar­do Sued, Goel­di e outros.

Arle­te Cava­li­e­re é ensaís­ta, tra­du­to­ra e pro­fes­so­ra de tea­tro, arte e cul­tu­ra rus­sa na USP. Entre suas publi­ca­ções, estão a tra­du­ção e a orga­ni­za­ção de Tea­tro com­ple­to, de Niko­lai Gógol, e Tea­tro rus­so: lite­ra­tu­ra e espe­tá­cu­lo.

Mar­cos Napo­li­ta­no é pro­fes­sor de his­tó­ria na USP e vice-coor­de­na­dor do gru­po de pes­qui­sa His­tó­ria e Audi­o­vi­su­al. É autor do livro 1964: his­tó­ria do regi­me mili­tar bra­si­lei­ro.

Anna­te­re­sa Fabris é his­to­ri­a­do­ra e crí­ti­ca de arte, pro­fes­so­ra titu­lar apo­sen­ta­da de his­tó­ria da arte na ECA-USP. É auto­ra, entre outros, de Iden­ti­da­des vir­tu­ais: uma lei­tu­ra do retra­to foto­grá­fi­coA foto­gra­fia e a cri­se da moder­ni­da­de.

Bru­no Gomi­de é pro­fes­sor de lite­ra­tu­ra rus­sa na USP. É autor e orga­ni­za­dor de livros como Da este­pe à caa­tin­ga: O roman­ce rus­so no Bra­sil (1887–1936), Nova anto­lo­gia do con­to rus­so – Uma sele­çãoAnto­lo­gia do pen­sa­men­to crí­ti­co rus­so (1802–1901).

Iri­neu Fran­co Per­pe­tuo é jor­na­lis­ta e tra­du­tor, cola­bo­ra­dor da revis­ta Con­cer­to e jura­do do con­cur­so de músi­ca Pre­lú­dio, da TV Cul­tu­ra. Tra­du­ziu do rus­so, entre outras obras, A mor­te de Ivan Ilit­ch, de Tols­tói, e Vida e des­ti­no, de Vas­si­li Gros­s­man.

 


 

Robert Frank e os beats: diálogos

com Patrí­cia Mou­rão, Cadão Vol­pa­to, Loren­zo Mammì e Tia­go Mes­qui­ta*

19 e 26 de outu­bro e 9 e 16 de novem­bro (quin­tas, das 19h às 21h)

4 aulas, R$ 200

Por oca­sião da expo­si­ção Robert Frank: os ame­ri­ca­nos + Os livros e os fil­mes, este cur­so lan­ça um olhar para a manei­ra como a pro­du­ção do fotó­gra­fo e cine­as­ta dia­lo­ga com a gera­ção beat no cine­ma, na lite­ra­tu­ra, na arte e na músi­ca. Do pop de Andy Warhol às impro­vi­sa­ções do jazz e às letras de Bob Dylan, do cine­ma expe­ri­men­tal ame­ri­ca­no à escri­ta cau­da­lo­sa de Kerou­ac e seus com­par­sas nos Esta­dos Uni­dos das déca­das de 1950 e 1960, um per­cur­so pelas influên­ci­as, con­ver­sas e lega­dos de Robert Frank.

Patrí­cia Mou­rão é dou­to­ra em cine­ma pela USP. Orga­ni­zou mos­tras e livros dedi­ca­dos ao cine­ma estru­tu­ral e a cine­as­tas como Andrea Tonac­ci, Jonas Mekas, Nao­mi Kawa­se e Harun Faroc­ki.

Cadão Vol­pa­to é jor­na­lis­ta, escri­tor, músi­co e ilus­tra­dor. Foi voca­lis­ta da ban­da de rock Fel­li­ni e publi­cou, entre outros, o roman­ce Pes­so­as que pas­sam pelos sonhos. Coor­de­na atu­al­men­te o Cen­tro Cul­tu­ral São Pau­lo.

Loren­zo Mammì é crí­ti­co de arte e de músi­ca e cura­dor de Pro­gra­ma­ção e Even­tos do IMS. Pro­fes­sor de filo­so­fia na USP, é autor dos livros O que res­ta: arte e crí­ti­ca de arteA fugi­ti­va: ensai­os sobre músi­ca.

Tia­go Mes­qui­ta é crí­ti­co de arte e pro­fes­sor de his­tó­ria da arte. Mes­tre em filo­so­fia pela USP, orga­ni­zou expo­si­ções como David Drew Zingg: ima­gem sobre ima­gem O olhar do cole­ci­o­na­dor.

  



 

Oficinas

 

Instrumentos ópticos na arte ocidental

com Fábio D’Almeida*. 3, 4 e 5 de outu­bro (ter­ça a quin­ta, das 16h30 às 19h). 3 encon­tros, R$ 150

Refle­xões his­tó­ri­cas e prá­ti­cas sobre o uso de ins­tru­men­tos ópti­cos den­tro da tra­di­ção da arte oci­den­tal, espe­ci­al­men­te entre os sécu­los XVIIXIX. Na par­te prá­ti­ca das aulas, os alu­nos são con­vi­da­dos a uti­li­zar dis­po­si­ti­vos ópti­cos his­tó­ri­cos, como a câma­ra obs­cu­ra e a câma­ra cla­ra.

Fábio D’Almeida é pós-dou­to­ran­do em his­tó­ria e teo­ria da arte pela FAU-USP, espe­ci­al­men­te inte­res­sa­do no estu­do da pro­du­ção artís­ti­ca e foto­grá­fi­ca bra­si­lei­ra do sécu­lo XIX, e em suas rela­ções com o con­tex­to inter­na­ci­o­nal. Des­de 2010, cola­bo­ra com a Enci­clo­pé­dia de Artes Visu­ais do Itaú Cul­tu­ral.

 


O ensaio visual em livro

com João Luiz Musa*. 4, 11, 18 e 25 de outu­bro e 1 de novem­bro (quar­tas, das 19h às 21h30).  5 encon­tros, R$ 250

Uma apro­xi­ma­ção ao con­cei­to do ensaio visu­al, com foco em pro­je­tos foto­grá­fi­cos auto­rais que assu­mi­ram a for­ma de livro ou que foram con­ce­bi­dos espe­ci­fi­ca­men­te para este supor­te. Uma refle­xão cole­ti­va que vai da aná­li­se de obras para­dig­má­ti­cas da his­tó­ria da foto­gra­fia à apre­ci­a­ção con­jun­ta da pro­du­ção foto­grá­fi­ca dos par­ti­ci­pan­tes.

Os par­ti­ci­pan­tes devem tra­zer um pro­je­to de ensaio foto­grá­fi­co impres­so de sua auto­ria.

João Luiz Musa é fotó­gra­fo e pro­fes­sor do Depar­ta­men­to de Artes Visu­ais da ECA-USP. Tra­ba­lha em seu estú­dio na área edi­to­ri­al e publi­cou, entre outros, os foto­li­vros auto­rais 24 x 36Depois do inver­no.

 


 

Experimentações no laboratório

Domin­gos, das 11h às 12h30

Ati­vi­da­de gra­tui­ta, luga­res limi­ta­dos; dis­tri­bui­ção de senhas 30 minu­tos antes

O IMS abre seu labo­ra­tó­rio para que o públi­co se enga­je em ati­vi­da­des foto­grá­fi­cas expe­ri­men­tais rela­ci­o­na­das a uma téc­ni­ca ou ao pro­ce­di­men­to de obten­ção de ima­gens.

 

8 de outu­bro Foto­gra­ma  

12 de novem­bro Con­tras­te

 10 de dezem­bro Negativo/positivo


 

Cole­ti­vo Garapa/Acervo IMS

Da série Pos­tais para Char­les Lyn­ch

Arquivo e barbárie

Com Cole­ti­vo Gara­pa*. 24, 25 e 26 de outu­bro (ter­ça a quin­ta, das 16h30 às 19h). 3 encon­tros, R$ 150

Ofi­ci­na rela­ci­o­na­da à expo­si­ção Cor­po a cor­po, em car­taz no IMS Pau­lis­ta a par­tir de 20 de setem­bro

Um mer­gu­lho crí­ti­co nos docu­men­tos da vio­lên­cia com base nas refle­xões pro­pos­tas pelo cole­ti­vo Gara­pa no tra­ba­lho Pos­tais para Char­les Lyn­ch, sobre lin­cha­men­tos con­tem­po­râ­ne­os, ven­ce­dor da Bol­sa de Foto­gra­fia ZUM/IMS 2014. Por meio de estra­té­gi­as de cri­a­ção em gru­po e apro­pri­a­ção de mate­ri­al de arqui­vo ana­ló­gi­co e digi­tal, além de tra­ba­lhos pré­vi­os dos par­ti­ci­pan­tes, pro­põe-se cons­truir uma nar­ra­ti­va visu­al frag­men­ta­da que tran­si­te entre o docu­men­tal e o fic­ci­o­nal, o esté­ti­co e o polí­ti­co.

Gara­pa é um duo de artis­tas mul­ti­mí­dia fun­da­do em 2008. Des­de então, desen­vol­ve tra­ba­lhos que ten­si­o­nam as fron­tei­ras entre o documentário e as artes visu­ais, rea­li­da­de e ficção. Ven­ce­ram a Bol­sa de Foto­gra­fia ZUM/IMS em 2014 com Pos­tais para Char­les Lyn­ch, livro de artis­ta sobre lin­cha­men­tos con­tem­po­râ­ne­os.


 

#aovivo

com Mídia Nin­ja*. 4, 11 e 25 de novem­bro (sába­dos, das 14h30 às 17h)

Ati­vi­da­de gra­tui­ta, luga­res limi­ta­dos; dis­tri­bui­ção de senhas 30 minu­tos antes

Ofi­ci­na rela­ci­o­na­da à expo­si­ção Cor­po a cor­po, em car­taz no IMS Pau­lis­ta a par­tir de 20 de setem­bro

Um per­cur­so prá­ti­co pelas tec­no­lo­gi­as e lin­gua­gens uti­li­za­das pela Mídia Nin­ja na docu­men­ta­ção e na dis­tri­bui­ção de infor­ma­ções em tem­po real – trans­mis­sões ao vivo, foto­gra­fi­as, víde­os e a uti­li­za­ção das redes soci­ais –, esti­mu­lan­do e poten­ci­a­li­zan­do a cri­a­ção de novas nar­ra­ti­vas a par­tir da rea­li­da­de de cada par­ti­ci­pan­te. A ati­vi­da­de tem a dura­ção de um encon­tro; a cada sába­do, será for­ma­da uma nova tur­ma.

Mídia Nin­ja é um cole­ti­vo de jor­na­lis­tas inde­pen­den­tes que man­tém o por­tal de notí­ci­as midianinja.org. Ganhou pro­e­mi­nên­cia duran­te as mani­fes­ta­ções de junho de 2013, rea­li­zan­do uma cober­tu­ra alter­na­ti­va e que des­ta­cou ini­ci­a­ti­vas geral­men­te pou­co midi­a­ti­za­das e expôs abu­sos.


 

A velocidade das coisas

com Letí­cia Ramos*. 14, 15 e 16 de novem­bro (ter­ça a quin­ta, das 16h30 às 19h).  3 encon­tros, R$ 150

Ofi­ci­na rela­ci­o­na­da à expo­si­ção Cor­po a cor­po, em car­taz no IMS Pau­lis­ta a par­tir de 20 de setem­bro

Par­tin­do dos pro­je­tos e pro­ces­sos da artis­ta Letí­cia Ramos e de pes­qui­sas rela­ci­o­na­das aos temas da ciên­cia e da fic­ção, exer­cí­ci­os prá­ti­cos serão com­bi­na­dos com uma série de expe­ri­men­tos foto­grá­fi­cos estro­bos­có­pi­cos e dife­ren­tes manei­ras de cons­tru­ção da ima­gem.

Os par­ti­ci­pan­tes devem tra­zer uma câme­ra ana­ló­gi­ca ou digi­tal que per­mi­ta ajus­tes manu­ais e pos­suir domí­nio téc­ni­co sobre ela.

*  Letí­cia Ramos é artis­ta e vide­o­ma­ker. Seu foco de inves­ti­ga­ção é a cri­a­ção de apa­ra­tos foto­grá­fi­cos pró­pri­os para a cap­ta­ção e a recons­tru­ção do movi­men­to. Ven­ceu a Bol­sa de Foto­gra­fia ZUM/IMS em 2013 com o pro­je­to Micro­fil­me.


 

A cidade como percurso e imagem

com Tuca Viei­ra*. 2 e 3 de dezem­bro (sába­do e domin­go, das 14h30 às 17h30).  2 encon­tros, R$ 100

Uma redes­co­ber­ta visu­al da cida­de atra­vés de seu tra­ça­do e dos cami­nhos que ele suge­re. Serão per­cor­ri­dos locais foto­gra­fa­dos por Mili­tão Augus­to de Aze­ve­do (1837–1905) no labi­rin­to do cen­tro his­tó­ri­co pau­lis­ta­no e, por con­tras­te, na linha reta da ave­ni­da Pau­lis­ta. O intui­to é per­ce­ber em que medi­da a con­fi­gu­ra­ção da cida­de afe­ta nos­so cami­nhar e, con­se­quen­te­men­te, nos­so olhar.

Esta ofi­ci­na inclui cami­nha­das a pé pela cida­de.

*  Tuca Viei­ra é fotó­gra­fo e pro­fes­sor na Esco­la da Cida­de. Sua obra ver­sa sobre cida­de e arqui­te­tu­ra. É coau­tor do livro As cida­des do Bra­sil: São Pau­lo e seu mais recen­te pro­je­to foi o Atlas foto­grá­fi­co da cida­de de São Pau­lo e seus arre­do­res.



 

Rodas de conversa

 

 

O artista em processo

Sába­dos, das 11h às 12h30. Ati­vi­da­de gra­tui­ta, luga­res limi­ta­dos; dis­tri­bui­ção de senhas 30 minu­tos antes

Uma con­ver­sa aber­ta com um artis­ta sobre sua obra, sua linha de pes­qui­sa e seu pro­ces­so cri­a­ti­vo.

 

7 de outu­bro: Mau­ro Res­tif­fe e o arqui­vo pes­so­al ana­ló­gi­co

Mau­ro Res­tif­fe é fotó­gra­fo. São Pau­lo, fora de alcan­ce, livro e expo­si­ção rea­li­za­dos pelo IMS, exem­pli­fi­ca bem seu olhar para a cida­de, um impor­tan­te viés de sua obra, que inte­gra cole­ções como Tate, SF-Moma, Inho­tim e Pina­co­te­ca.

11 de novem­bro:  Hele­na Mar­tins-Cos­ta e a memó­ria foto­grá­fi­ca

Hele­na Mar­tins-Cos­ta é artis­ta visu­al. Em seu tra­ba­lho, res­ga­ta ima­gens rejei­ta­das que sobre­vi­ve­ram ao desa­pa­re­ci­men­to, iden­ti­fi­can­do tipo­lo­gi­as por um pro­ces­so de arque­o­lo­gia foto­grá­fi­ca. Foi con­tem­pla­da pela Bol­sa de Foto­gra­fia ZUM/IMS 2014 com Des­vio.


I’m So Happy, 1990, Mar­vin Hei­fer­man e Caro­le Kis­ma­ric

Fotolivro de cabeceira

Sába­dos, das 11h às 12h30. Ati­vi­da­de gra­tui­ta, luga­res limi­ta­dos; dis­tri­bui­ção de senhas 30 minu­tos antes

Artis­tas, crí­ti­cos e cura­do­res con­ver­sam com o públi­co sobre seu foto­li­vro favo­ri­to ou aque­le que não tem saí­do de suas cabe­cei­ras, expli­can­do por quê.

 

21 de outu­bro: Rosân­ge­la Ren­nó — I’m So Happy, de Mar­vin Hei­fer­man e Caro­le Kis­ma­ric

Rosân­ge­la Ren­nó é artis­ta. Sua obra tem como prin­ci­pal ver­ten­te o tra­ba­lho com ima­gens de arqui­vo. Publi­cou, entre outros, o livro de artis­ta A01 [cod. 19.1.1.43] – A27 [S|CPD.23].

25 de novem­bro: Iatã Can­na­bra­va — Sugar Paper The­o­ri­es, de Jack Latham

Iatã Can­na­bra­va é fotó­gra­fo, cura­dor e pro­du­tor cul­tu­ral, res­pon­sá­vel pela revi­ta­li­za­ção do Fes­ti­val Paraty em Foco e pela cri­a­ção do Valon­go Fes­ti­val Inter­na­ci­o­nal da Ima­gem. Sua impor­tan­te cole­ção de livros per­ten­ce à Bibli­o­te­ca de Foto­gra­fia do IMS Pau­lis­ta.

9 de dezem­bro: João Luiz Musa — Os ame­ri­ca­nos, de Robert Frank
João Luiz Musa é fotó­gra­fo e pro­fes­sor do Depar­ta­men­to de Artes Visu­ais da ECA-USP. Tra­ba­lha em seu estú­dio na área edi­to­ri­al e publi­cou, entre outros, os foto­li­vros auto­rais 24 x 36Depois do inver­no.

 

 

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