Chamada a cobrar e as fraturas de um país

José Geraldo Couto comenta Chamada a cobrar, de Anna Muylaert, um filme em que “a protagonista é forçada por vias tortas a sair do casulo de conforto e boa consciência (é uma mulher civilizada e cortês, preocupada com os pobres e o meio ambiente) e se deslocar horizontal e verticalmente por um país repleto de mazelas”.

O grande samba

Na segunda parte da série Crônicas musicais de Luís Martins, um texto publicado originalmente em 1971 no qual o autor relembra a partir de um show de Mario Reis a comoção causada em 1928 quando Araci Cortes cantou pela primeira vez o samba Jura, de Sinhô.

Carta nº 2

De seu retiro bucólico no sul de Minas Gerais, cercado de araucárias e morros, Reinaldo Moraes vence o frio aquecendo os dedos com sua nova carta para Alvaro Costa e Silva, o Marechal, na Correspondência do Blog do IMS. Na pauta: motosserras, quase-acidentes, poetas delirantes, pinhões e Sandra Bréa.

Fantasmas no cinema nacional

José Geraldo Couto comenta duas estreias muito distintas em tema, estilo e ambientação, mas que têm em comum personagens assombrados por fantasmas: A memória que me contam, de Lúcia Murat, e Noites de Reis, de Vinícius Reis.

Stravinsky

Poucos sabem, mas o compositor russo Igor Stravinsky esteve no Brasil duas vezes. Na estreia da série Crônicas musicais de Luís Martins, o Blog do IMS apresenta um relato do jornalista carioca sobre a primeira dessas visitas, em junho de 1936.

Rebolando na caixinha de fósforos

“Eu já desconfiava que, ao topar essa correspondência, ia ter de rebolar, rebolar, rebolar. Mas não imaginava o quanto”, desabafa Alvaro Costa e Silva, o Marechal, na abertura de sua primeira carta a Reinaldo Moraes na correspondência do Blog do IMS. Mas a resposta vem em alto nível, passando do samba de Wilson Baptista à tanga de Rose di Primo sem se descuidar da questão imortal: afinal, o que vem a ser uma canjebrina?