Pixinguinha por Pixinguinha

A caixa Pixinguinha – Outras pautas reúne mais 44 partituras de arranjos de Pixinguinha, 19 deles escritos para composições próprias. Três concertos no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, entre 22 e 24 de abril, marcarão o lançamento da publicação, que mostra como o maestro adaptou antigos arranjos para a sua “orquestra dos sonhos”.

A estratégia do eclipse

O protagonista cego de “Hoje eu quero voltar sozinho”, de Daniel Ribeiro, sai tateando pelo mundo, colidindo com suas quinas, tropeçando em seus buracos e degraus – mais ou menos como cada um de nós, só que aqui condensado quase numa metáfora de solidão e desamparo. O filme seria ainda melhor se não fosse tão “bonzinho”, se as arestas não fossem aparadas com tanta facilidade.

Galhos secos e inteligência vigorosa

Dia 10 de abril, às 19h30, o IMS-RJ exibirá o filme “Posfácio: imagens do inconsciente” seguido de debate com o cineasta Eduardo Escorel, responsável pela montagem do filme, Walter Melo e Luiz Mello, com mediação de José Carlos Avellar, coordenador de cinema do IMS. Assista a fragmentos do filme e leia um texto de Eduardo Escorel sobre o trabalho, baseado em entrevista de Nise da Silveira a Leon Hirszman, e complementar à trilogia de documentários “Imagens do inconsciente”.

E agora, sem o Zé?

A linha de montagem da TV apagou parte das nuances do talento de José Wilker, mas ele ainda encontrava formas de brilhar. Para os amigos, sua morte sem aviso prévio é a perda de alguém que, com jeito de criança, ofertava a todos sua inteligência. Para minha filha, é a perda do “tio Zé”.

A barca furada de Noé

O filão dos épicos bíblicos é um dos mais antigos e prolíficos do cinema, tendo produzido ao longo de mais de cem anos algumas obras-primas e incontáveis abacaxis. Noé está no segundo caso. Chega a ser uma façanha que Darren Aronofsky tenha despendido US$ 150 milhões sem criar uma única imagem memorável.

Carolina é 100

O IMS-RJ comemorou o centenário de nascimento da escritora Carolina de Jesus no dia 14 de março de 2014 com o evento Carolina é 100. Veja o debate que aconteceu durante o evento, entre Audálio Dantas, descobridor de Carolina de Jesus, e a professora e crítica literária Marisa Lajolo.

Em 1964: arte e cultura no ano do golpe

Em 1964 propõe uma imersão no ano do golpe militar que instalou a ditadura no Brasil, a partir do ponto de vista de artistas e intelectuais. Conheça mais sobre a exposição integrante do projeto com comentários dos curadores, Mariana Newlands e Paulo Roberto Pires.