Hitchcock e o vértice do cinema

Para José Geraldo Couto, o melhor filme entrando em cartaz hoje vem da Hollywood de 50 anos atrás: a cópia nova de Um corpo que cai, de Alfred Hitchcock, um “filme inesgotável” repleto de “passagens extraordinárias”. Saindo de cartaz, um filme uruguaio imperdível: o “irônico e amargo” Artigas – La Redota, de Cesar Charlone.

IMS no Google Art Project

O Instituto Moreira Salles estabeleceu uma parceria com o Google para disponibilizar fotografias de seu acervo através do Google Art Project. São obras de grandes nomes da fotografia brasileira histórica, moderna e contemporânea,divididas em oito exposições temáticas.

A manhã noturna de Samico

Análise da obra “Leitura na praça” mostra a influência que Oswaldo Goeldi exerceu sobre Gilvan Samico antes de o artista pernambucano se notabilizar por trabalhos associados ao cordel e ao Movimento Armorial. Texto homenageia um dos mais importantes gravuristas brasileiros, morto em 25 de novembro.

Busca no Acervo de Fotografia

Com o novo site especial Busca no Acervo de Fotografia é possível explorar recortes temáticos do acervo on-line do Instituto Moreira Salles, através de coleções e conjuntos de imagens preparados pela coordenadoria de fotografia. Entre as pesquisas em destaque, Música e arte brasileira de 1970 e 1990, de David Drew Zingg, e Manifestações da cultura popular brasileira, de Marcel Gautherot.

A vida do Santos

“Nenhum outro jogador, nem mesmo Heleno de Freitas e Garrincha, encarnou o espírito botafoguense com a perfeição, com a plenitude de Nilton Santos”, escreve Sergio Augusto sobre a “Enciclopédia do Futebol”, um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, morto ontem aos 88 anos.

Richard Serra e a brutalidade do progresso

Direto de Nova York, Gustavo Prado escreve sobre a nova exposição do escultor Richard Serra, com obras instaladas em duas galerias. “Mais do que grandes surpresas, o que impressiona é a linearidade do avanço do artista na capacidade de gerar complexos desdobramentos para uma obra tão única e tão coerente”, afirma. “Fatores que pautam cada vez menos a produção contemporânea, sobretudo entre seus pares mais jovens, acostumados a uma maior fragmentação de temas e meios”.