Novo prédio do IMS na Avenida Paulista

Os arquitetos Marcelo Morettin e Vinícius Andrade explicam em detalhes o projeto do novo centro cultural do IMS em São Paulo, que começou a ser construído na avenida Paulista em dezembro de 2013. Antiga aspiração do Instituto, permitirá grandes exposições e uma ampla gama de atividades.

Luigi Ghirri. Pensar por imagens.

Assista ao debate entre os críticos Lorenzo Mammì e Rodrigo Naves no lançamento do catálogo de Luigi Ghirri. Pensar por imagens., exposição que vem sendo muito bem avaliada na mídia e pelo público e que permanece em cartaz no IMS-SP até 26 de janeiro.

Em janeiro de 1964

José Carlos Avellar escreve sobre o mundo do cinema no Brasil no início de 1964, com destaque para Cleópatra e Harakiri, dois filmes que estrearam no país nesse ano. Ambos serão exibidos no IMS-RJ no próximo final de semana, abrindo a série dedicada a filmes importantes do ano do golpe militar, parte da programação do Instituto sobre os 50 anos de 1964.

O sexo trágico e lúdico de von Trier

“Estamos aqui”, diz José Geraldo Couto sobre a primeira parte de Ninfomaníaca, “no cerne do pensamento estético e filosófico de Lars von Trier, que contempla a humanidade com uma dupla lente, a do trágico (a solidão irredutível do indivíduo, a vacuidade dos bons sentimentos, a dor inescapável) e a do lúdico (os jogos, o humor, a representação, o deleite estético, a paródia)”.

O exílio de uma menina morta

A menina morta, romance de Cornélio Penna, está completando 60 anos. Ana Vilela escreve sobre esta que é considerada a obra-prima de um autor “estranho, hermético, sem gosto pela movimentação e pelas vaidades do mundo literário”, que, morto em 1958, “realmente tornou-se um exilado em seu tempo e em todos os outros”.

Tela, espelho, janela

Neste ensaio, com o título alternativo “Ou como aprender a não se preocupar com a história e a gostar da fotografia de Kubrick”, José Carlos Avellar chama a atenção para a importância da imagem nos filmes de Stanley Kubrick, partindo de elementos do segundo longa-metragem do cineasta: A morte passou por perto, de 1955.

Armadilha para Ana Cristina

“Nada mais antagônico à sua poesia do que o academicismo, seus rapapés e suas notas de rodapé”, escreve Sérgio Alcides sobre o lançamento Poética, que reúne toda a produção lírica da poeta carioca Ana Cristina Cesar. “A única forma de desarmar a cilada é ler o que está escrito no livro, não o que se espera de antemão que esteja lá”.

A história do Animal – quatro perguntas para Pedro Aragão

Ao contrário da maioria das obras sobre gêneros musicais, conta o músico e pesquisador Pedro Aragão, “que normalmente salientam apenas os grandes compositores e intérpretes”, o mítico O choro publicado em 1936 por Alexandre Gonçalves Pinto, o Animal, descrevia sem distinções tanto os expoentes da época quanto os “facões” (músicos ruins).

A China de Jia Zhang-Ke, tão longe, tão perto

“Jia Zhang-Ke é, de certo modo, o oposto de Tarantino”, diz José Geraldo Couto sobre o diretor chinês, cujo Um toque de pecado acaba de estrear. “Se, neste último, a violência é quase sempre cartunesca, derrisória, desopilante, no cinema do diretor chinês ela aprofunda o mal-estar, acentua a sensação de ausência de saídas”.