Hollywood, o gueto e o campo de trabalho

De Cannes, José Carlos Avellar comenta três documentários exibidos num festival especialmente voltado para a ficção: Um viajante, filme-livro de memórias de Marcel Ophuls; A imagem perdida, sobre o Camboja no período do Khmer Vermelho; e O último dos injustos, entrevista com último presidente do conselho de judeus do gueto de Theresienstadt.

Sincopando o Cyro

Em 21 de maio, às 20h, Nei Lopes leva ao palco do Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro o espetáculo Sincopando o Cyro, com destaques da carreira de um dos maiores intérpretes da nossa música. Conheça o repertório da apresentação comentado pelo próprio Nei.

Quem tem medo dos filmes de sacanagem?

“Vamos falar de sexo?”, convida José Geraldo Couto ao apresentar os destaques da mostra Cine Privê – O erotismo no cinema, em cartaz até 28 de julho em São Paulo. É um evento com atrações extraordinárias, que peca apenas por ter selecionado quase somente filmes em que prevalece o poder destrutivo de Eros.

O outro Cromwell

Com O livro de Henrique, segundo volume da trilogia de romances históricos que narram a ascensão e queda de Thomas Cromwell, ministro de Henrique VIII, Hilary Mantel se tornou a primeira mulher a receber duas vezes o prestigiado Booker Prize. Paulo Nogueira conversou com a escritora inglesa para o Blog do IMS.

Assim é Hollywood

Direto do Festival de Cannes, José Carlos Avellar escreve para o Blog do IMS sobre a nova versão para O grande Gatsby, desta vez dirigida por Baz Luhrmann e tendo Leonardo DiCaprio como protagonista, e seu significado no momento atual do cinema norte-americano.

A imaginação literária (II): Romances da vida utópica

“A maioria dos leitores”, diz Léo Schlafman citando George Orwell, “é incapaz de perceber mérito artístico nos romances que contradizem suas opiniões, e aí está um dos princípios da estética. Ler é ato criativo, exercício contínuo de imaginação, que empresta carne, sentimento e cor às palavras lavradas na página. Uma pessoa quando lê é extremamente vulnerável e só se sente feliz com os autores que compartilham suas intenções, interesses, preconceitos, ilusões, pretensões”.

A imaginação literária (I): O cérebro do jaguar

Em O cérebro do jaguar, primeira parte da trilogia A imaginação literária, que será publicada ao longo da semana no Blog do IMS, Léo Schlafman parte de uma frase de Lautréamont sobre Shakespeare para discutir as possíveis diferenças de intensidade entre a leitura feita por um escritor e aquela realizada por um leitor comum – que pode até ser mais sincera.