Evitar se atropelar

Debaixo do céu que todo dia se abre, independente do que vive e do que morre, e acima dos precipícios e matas, vejo aqui do chão que a vida é uma prazerosa e curta travessia de rua. Isso eu aprendi com você.

Andante con amore: 90 anos de Lygia Fagundes Telles

Aos 18 anos, Lygia Fagundes Telles escreveu a Erico Verissimo para agradecer ao escritor gaúcho pelos elogios ao seu primeiro livro, Porão e sobrado. Era o início de uma extensa correspondência que sustentou uma grande amizade, relatada por Elvia Bezerra e acompanhada da transcrição dessa primeira carta, de 1941.

Paulo Mendes Campos: o cronista da solidão

O IMS do Rio de Janeiro realizou o evento Paulo Mendes Campos: o cronista da solidão, conversa mediada por Flávio Pinheiro entre os jornalistas Humberto Werneck e Wilson Figueiredo para celebrar o lançamento dos livros O amor acaba e O mais estranho dos países, de Paulo Mendes Campos. Assista ao bate-papo.

Eis os imortais

Em 1969, Paulo Mendes Campos escreveu sobre a Academia Brasileira de Letras para a revista Realidade. O clube mais fechado do Brasil só admite um novo sócio quando a morte, desdenhando da eternidade tão perseguida pelos acadêmicos, leva um deles.

Uma visão sombria do Brasil

“Uma história de amor e fúria” é uma obra singular na cinematografia brasileira: uma animação que busca contar seiscentos anos da história do país por meio de um personagem que nunca morre. Por sua ambição e pioneirismo, o filme abre flancos para inúmeras críticas, algumas delas pertinentes, outras nem tanto.

Bruna Bruna,

E ao meu lado, um ladrão baleado, entre bandagens e tubos, aplaude e implora: a autora… a autora… Eu digo a ele: contente-se com os poemas. Ela mora num outro estado de espírito, num sítio lá longe. Talvez eu tenha tido mesmo um traumatismo.

Emygdio de Barros e Almir Mavignier: correspondência

A exposição Raphael e Emygdio: dois modernos no Engenho de Dentro apresenta 100 obras de Raphael Domingues e Emygdio de Barros, com curadoria de Rodrigo Naves e Heloisa Espada. Confira duas cartas escolhidas da correspondência entre Emygdio e o artista Almir Mavignier, que o assistiu entre 1946 e 1951.