Por ocasião do lançamento do livro O boi no telhado – Darius Milhaud e a música brasileira no modernismo francês, o IMS realizou um show no qual se tocou, além do clássico “O boi no telhado”, cinco peças musicais brasileiras que inspiraram a composição do francês. Assista ao show na íntegra.
A música que ferve nas ruas – Quatro perguntas a Paulo Aragão sobre O boi no telhado
O IMS lançou, em dezembro, o livro O boi no telhado – Darius Milhaud e a música brasileira no modernismo francês, organizado pelo musicólogo e pesquisador Manoel Aranha Corrêa do Lago. Entrevistamos o violonista e arranjador Paulo Aragão acerca da música de Milhaud e a influência brasileira que se percebe em “O boi no telhado”.
O mundo de Murakami
Como ler a primeira parte de 1Q84, o novo livro de Haruki Murakami lançado no Brasil? As primeiras páginas já dão o tom que se manterá até o fim: uma narrativa acelerada, cheia de diálogos e de cenas em constante mudança. O livro tem uma estrutura de folhetim, e o evidente objetivo é o de prender a atenção do leitor com as reviravoltas e mirabolâncias da história.
Japonês da pátria filho
Um perfil inédito com Haruki Murakami, autor do romance 1Q84, cujo primeiro volume acaba de ser lançado no país, no qual o autor japonês revela sua paixão pela cultura ocidental, seu gosto pela corrida e sua rotina regrada de trabalho.
A Hora de Clarice: Outra hora da estrela
Durante as celebrações do aniversário de 92 anos da escritora Clarice Lispector, o IMS lançou um site especial em homenagem à escritora e preparou uma apresentação musical baseada no livro A hora da estrela, com direção musical de Eucanaã Ferraz.
Depardon, os anos reveladores – por Pio Figueiroa
A convite do Blog do IMS, Pio Figueiroa, da Cia de Foto, comenta a sua fotografia favorita do livro Magnum – Contatos, uma imagem clicada por Raymond Depardon de um caminhão na fronteira da Líbia, e reflete sobre a filosofia por trás da arte fotográfica.
Antes que o mundo acabe
O mundo pode não acabar, mas o fim do ano está logo ali, e com ele começam a pipocar as retrospectivas, balanços, votações e listas dos melhores da temporada. Foi um bom ano para o cinema? Depende do ponto de vista e dos critérios adotados. Se o parâmetro for o surgimento de bons filmes, nacionais e estrangeiros, é possível dizer que sim, 2012 foi animador.
Dizer o indizível: um debate sobre Shoah
No dia 7 de dezembro, no IMS do Rio de Janeiro, realizou-se um debate acerca de Shoah, um marco do cinema de documentário, dirigido por Claude Lanzmann. Participaram da conversa o professor Renato Lessa, o psicanalista Eduardo Vidal e o historiador Roney Cytrynowicz. Assista ao vídeo do debate.
Luiz e Januário, de filho para pai
Apesar de tudo que Luiz Gonzaga devia a Januário em termos de formação musical e de repertório, e apesar de todo o respeito que a canção “Respeita Januário” de fato expressa, ela também deixava claro que o lugar apropriado para a venerável sanfona do genitor não seria o estúdio da Victor, mas provavelmente o descanso em alguma respeitosa vitrine de museu. Ela manifestava assim a visão predominante ao longo do século XX sobre as relações entre o que então se entendia por “música popular” (vista como “moderna”) e “música folclórica” (vista como raiz rústica e “meramente” local).
O escritório (e o quarto) de Oscar Niemeyer
A animada rotina dos escritórios de Oscar Niemeyer, onde nem sexo faltava, foi retratada com elegância pelo jornalista Marcos Sá Corrêa em volume da série Perfis do Rio que está fora de catálogo. Algumas cenas selecionadas mostram que a “bagunça” era considerada um elemento criativo pelo arquiteto.
