A exposição Modernidades fotográficas, que tem abertura oficial em Berlim neste dia 26, é o primeiro projeto do IMS na Alemanha, com 224 imagens de seu acervo. São fotos de Marcel Gautherot, José Medeiros, Thomaz Farkas e Hans Gunter Flieg, “quatro nomes paradigmáticos” da iconografia brasileira do século XX, como diz um trecho do ensaio de Samuel Titan Jr. para o catálogo da mostra.
Cida Moreira à francesa
Cida Moreira apresentou em 10 de setembro, no Rio de Janeiro, um show preparado especialmente para o IMS: Da fenêtre vê-se o Redentor, concebido por Paulo Roberto Pires, editor da revista serrote, reuniu canções brasileiras com temas e vocabulário franceses. Um repertório elegante e divertido, interpretado pela também elegante e divertida cantora paulista.
Fotolivros latino-americanos em São Paulo
Um balanço dos dois primeiros meses da mostra Fotolivros latino-americanos no Instituto Moreira Salles de São Paulo. Mais de 1800 visitantes já marcaram presença, e a exposição permanece em cartaz até o dia 27 de outubro.
Em Rush, as fórmulas de Hollywood na Fórmula 1
Filme sobre a disputa entre James Hunt e Niki Lauda em 1976 tem, por trás da fascinante reconstituição de carros e corridas, uma trama de antagonistas típica do cinema americano. E nisso lembra o documentário Senna, sobre a rivalidade entre o brasileiro e Prost. São cheios de clichês, mas ainda assim (ou por isso) nos seduzem.
Antonio Candido e Shakespeare
Antonio Candido completou 95 anos em julho reconhecido de forma incontestável como o mais importante crítico literário nacional. Em vídeo de 1992 que o Blog do IMS recupera, ele fala de “Ricardo II”, a peça de Shakespeare que foi o mote de sua participação no seminário “Ética”, organizado por Adauto Novaes e depois transformado em livro.
Mário de Andrade, fotógrafo e viajante
A fotógrafa Maureen Bisilliat, britânica que registrou como poucos as profundezas do Brasil, abre nova série do Blog do IMS relembrando a viagem que fez à Amazônia para revisitar a feita por Mário de Andrade. O resultado da empreitada foi o livro Turista Aprendiz Revisitado 1927-1985, que está sendo relançado.
Tanta água e a vida dos tempos mortos
Para José Geraldo Couto, “Tanta água” exibe com seu clima de clausura e desconforto a singular capacidade dos uruguaios de captar e expressar a melancolia do tempo que passa, ao mesmo tempo em que foge dessa tendência ao centrar o foco em Lucía, adolescente que traz em si o germe da rebeldia e da transmutação.
A terra e o transe em Boa sorte,meu amor
José Geraldo Couto apresenta o surpreendente Boa sorte, meu amor, de Daniel Aragão, mais um longa-metragem pernambucano que “encara – e escancara – a sobreposição, no Brasil, de um presente de aparência moderna e uma herança histórica de mandonismo e opressão social”.
Alceu, luz ao longo do túnel
“O texto de Alceu Amoroso Lima reflete o contexto do país e do mundo no período em que foi escrito”, escreve Frei Betto no prefácio a Diário de um ano de trevas, a ser lançado pelo IMS em 12/9. “Eis um documento que, sem dúvida, projeta seu autor, homem de profunda convicção cristã, como um dos brasileiros mais cultos, coerentes e solidários às vítimas do arbítrio no século XX”.
Poesia marginal: Palavra e livro
O IMS do Rio de Janeiro abriu no dia 9 de agosto a exposição Poesia marginal – Palavra e livro, em cartaz até 10 de novembro. Na abertura, duas gerações de poetas se encontraram para uma leitura informal ao ar livre. Confira os depoimentos de alguns dos presentes, como Nicolas Behr e Rogério Martins.
